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Como é a preservação da Pedra de Roseta

Quando a Pedra de Roseta foi descoberta em 1799, os caracteres que cobriam sua superfície foram logo copiados. Tinta de impressão foi aplicada à Pedra e um papel branco foi colocado sobre ela. Quando o papel foi removido, ele revelou uma cópia exata do texto—mas em ordem inversa. Desde então, muitas cópias ou "fac-símiles" foram feitos utilizando uma variedade de materiais. Inevitavelmente, a superfície da Pedra acumulou muitas camadas de materiais residuais oriundos dessas atividades, apesar das tentativas de remover quaisquer resíduos. Uma vez em exibição, a gordura de centenas de mãos humanas ansiosas por tocar a Pedra aumentou o problema.

Análise da Pedra de Roseta

Uma oportunidade de investigação e limpeza da Pedra de Roseta surgiu quando esse famoso objeto foi colocado como peça central da exposição Cracking Codes (Decifrando códigos, em tradução livre) no Museu Britânico em 1999. Quando o trabalho começou a remover tudo o que não fosse material original antigo, a pedra era preta com caracteres em branco. Conforme o tratamento progredia, as diferentes substâncias descobertas foram analisadas. Gordura da manipulação humana, uma camada de cera de carnaúba do início dos anos 1800 e tinta de impressão de 1799 foram removidos com cotonetes de algodão e loções de sabão, solvente, acetona e água purificada. Um pequeno quadrado no canto superior esquerdo da face da Pedra foi deixado intocado para mostrar a cera escura e o preenchimento branco.
A Pedra tem um tom cinza-rosado escuro com uma faixa rosa atravessada. Atualmente, vemos traços de um marrom avermelhado no texto. Esse material foi analisado e descobriu-se ser um mineral claro conhecido como hidroxiapatita; a cor pode ser devido a traços de ferro. O mineral deve ter sido aplicado deliberadamente, mas não há provas disso. Essa substância não é conhecida por especialistas como tendo sido usada como pigmento, nem como um suporte para pintura (uma base) no Egito Antigo.
© Curadoria do Museu Britânico

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