If you're seeing this message, it means we're having trouble loading external resources on our website.

Se você está atrás de um filtro da Web, certifique-se que os domínios *.kastatic.org e *.kasandbox.org estão desbloqueados.

Conteúdo principal
Tempo atual:0:00Duração total:5:08

Transcrição de vídeo

Eu sou Arturo, mas pode me chamar de Art. Este vídeo é parte da série Explorações da História da Arte. Estrelando: EU e A MÃO! E o resto de mim? Que embaraçoso, pessoas do mundo todo olhando pra mim e e eu tendo de esperar uma prima-dona de 5 dedos... Agora está melhor. Vamos falar sobre os períodos Medieval e Bizantino. Pode levar muitas gerações e inúmeras batalhas para conquistar e manter as vastas regiões do Império Romano. Quando o imperador Teodósio I tomou o poder ele governou uma região que ia de Portugal até a Palestina. A questão da sucessão do poder sempre foi uma questão para o império e para Teodósio a escolha seria entre dois filhos. Seria? Em 395 d.C., no entanto, ele dividiu o império na metade. A parte ocidental seria de seu filho Honório. Nós a chamamos de Império Romano do Ocidente. A parte oriental foi entregue a seu filho Arcádio e ficou conhecida como Império Bizantino. Os dois reinos se consideravam romanos, embora eles falassem latim no ocidente e grego no oriente. Honório e o Império do Ocidente foram cercados por bárbaros desde o início: hunos, godos, vândalos e francos se revezaram para invadir os territórios ocidentais. Saquear Roma se tornou um passatempo bárbaro e os vândalos, pelo seu gosto pela destruição e violência, nos deram a palavra vandalismo. Foram tempos difíceis e confusos. Apenas 81 anos após a morte de Teodósio o Império Romano do Ocidente deixou de existir. Com o império dividido em vários países, o único ponto de união que restou foi a igreja católica e o papa. O Império Bizantino, por outro lado, sobreviveria por mais 1.000 anos. Em 730 d.C. o imperador Leão III iniciou um movimento chamado iconoclastia. Baseado numa interpretação restrita dos 10 mandamentos que proibiam a criação e veneração de imagens esculpidas e ídolos, e talvez por causa do crescimento da influência da cultura islâmica, os iconoclastas buscavam a remoção ou destruição de pinturas e esculturas. - Tem uma aqui! Por aqui! - Consegui! - Ali tem outra! Vai lá! - Tarde demais. - Ali tem outra, pega ele! - Corre. pega. - Peguei em flagrante, leva o meliante daqui! Depois que a iconoclastia terminou os artistas bizantinos só podiam copiar as imagens já aprovadas. - Eu sou uma cópia, de uma cópia, de uma cópia, de uma cópia... Em Roma, o papa Gregório II rejeitou a iconoclastia e denunciou o movimento como herege. Ele até excomungou os iconoclastas. - É uma blasfêmia bizantina, estão excomungados! Por isso os artistas no ocidente tinham mais liberdade criativa. A Igreja era a maior patrocinadora das artes, o que fez com que a maior parte da arte medieval fosse sobre temas religiosos. Artistas ocidentais do meio da idade média estavam interessados em criar experiências visionárias. Com o tempo, na busca por criar imagens mais convincentes e poderosas, sua arte passou a ser mais realista ao retratar as pessoas e a natureza. Eu tenho dimensões! Este é Art dizendo obrigado por compartilhar outra exploração fascinante... Ei eu não acabei de falar! Criado como parte do curso on-line TICE Art 1010 Agradecimentos especiais ao Utah System of Higher Education pelo seu generoso apoio Produzido por TICE e DSC Produção do vídeo Y draw