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Studying for a test? Prepare with these 4 lessons on Tomada de decisões alinhadas sobre equipamentos, softwares e espaço em um ambiente de ensino híbrido.
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ENSINO HÍBRIDO DE ALTA QUALIDADE Muitas escolas querem saber como escolher o melhor software para seu modelo de ensino híbrido. O problema nisso é que não é simples como recomendar um restaurante tailandês ou uma boa churrascaria, e, como temos gostos parecidos, sei que vai gostar. Na verdade, em circunstâncias diferentes, softwares diferentes funcionam melhor. Depende do que quer fazer e com que alunos. Então, pensamos em compartilhar o processo que as escolas de ensino híbrido que temos acompanhado estão usando para escolher o software. Assim, não ficará à mercê de uma recomendação quando tentar escolher um software no futuro. Em vez disso, poderá passar por esse processo e abrir caminho até algo que funcione para você. E, em segundo, vamos apresentar os Yelps, ou as avaliações dos consumidores de tecnologia, com novas empresas que estão oferecendo recursos para ajudá-lo a avaliar um software. Quando vejo os professores começando, pergunto o que já têm. As escolas são famosas por terem assinaturas de diversos softwares, ou programas baseados na web, então, incentivo o pessoal a pesquisar, descobrir o que já tem, descobrir que problema aquela empresa diz que aquele programa soluciona. O que eles dizem que deve fazer por você. E, se tiver o problema, tente a solução deles, porque já deve estar pagando por isso. Se não funcionar, tudo bem, passamos para o próximo passo. Mas comece com o que já tem. E a maioria das escolas não é uma tela em branco. O conselho de Greg é muito bom. Descubra o que é gratuito, o que já tem. Você vai incorporar isso, mas certamente vai querer fazer mais. Talvez queira comprar um software para fazer seu programa funcionar. E, ao fazer isso, sugerimos que crie um processo, primeiro para saber como vai avaliar um software. Descubra dentro desse processo quais são suas prioridades. E, ao avaliar pacotes de softwares, compare-os, e vejam como se saem. Quando escolhemos softwares que serão uma ferramenta de ensino para nossos alunos, levamos em conta primeiro a experiência do aluno. Para nós, isso vai além de uma tela brilhante, tem de ser algo que coloque os dados nas mãos dos alunos. Porque, sem isso, não podem estudar de forma independente. Ao escolher parceiros, seja pelos softwares ou outras tecnologias, a equipe de informática da Summit Escolas Públicas tenta encontrar equipes que tenham os mesmos valores que nós. Conseguimos ter êxito no codesenvolvimento com diversas empresas, em que as necessidades dos alunos guiam o desenvolvimento de um novo software. O mais importante que buscamos em nossos softwares são os dados do próprio programa. Depois, se é adaptativo, os alunos podem ir o mais rápido que podem, ou têm como voltar se precisarem. Terceiro, se é eficiente com o tempo dos alunos. Eles estão perdendo tempo, vendo animações que não são nada educativas? Também avaliamos se o software é envolvente, se o aluno está concentrado o tempo todo. Depois, avaliamos a pesquisa. Muitos programas já comprovaram no país todo que funcionam muito bem. Por fim, chegamos a um ponto em que queremos a opção de clubes. Os alunos podem estudar em casa, podem fazer o login em qualquer dispositivo da escola e acessar sua conta. A Rocketship Education, uma das primeiras organizações de ensino híbrido do país, tem um processo específico para avaliar softwares, quando vão adquiri-los. A primeira coisa que querem saber é se o software é adaptativo. Precisa ser adaptativo, ou seja, acelerar ou desacelerar, dependendo do desempenho do aluno. Assim não é apenas um conteúdo sequenciado, mas um que se adapta às suas necessidades. Em segundo, eles avaliam se o software está de acordo com o Currículo. Essa é uma exigência específica dos EUA. Como devem saber, nos EUA, estamos mudando para um novo currículo, pedindo aos alunos para irem mais longe na aplicação de seu conhecimento, em vez de só fazerem uma recordação dos fatos. Os fornecedores estão no processo de alinhamento com o Currículo. Precisa ser firme nesse aspecto, pois é fácil dizer que está alinhado com o Currículo, mas só acaba desenhando um mapa do que já tem e onde se encaixa. O interessante é que os fornecedores usem o Currículo como uma chance de mudar o software e abordar essas habilidades mais profundas. Então, saiba e pense nisso, mas para a Rocketship é essencial. Se não estiver alinhado com o que o estado ou o país exige que seja avaliado, é bem mais difícil de fazer do software uma parte fundamental do programa letivo. Isso é muito importante. Onde quer que esteja, você deve ter padrões ou um currículo que deva ser seguido, então, pode fazer desse critério algo crucial na avaliação. Em terceiro, na Rocketship eles se concentram em avaliar se o conteúdo é atribuível. Isso significa que os professores podem entrar no software escolher módulos específicos e atribuí-los aos alunos, com base em sua avaliação de onde os alunos precisam trabalhar mais. A Khan Academy costumava ser uma grande série de vídeos, mas têm acrescentado recursos em que os professores podem escolher que módulos querem que os alunos se aprofundem mais, com base no desempenho dos alunos. Porém deve-se tomar cuidado, pois muitos professores dizem que querem esse recurso de atribuição. É fácil pensar que vamos para casa toda noite, avaliar os dados e criar o próximo conjunto de recomendações para cada aluno. Mas a realidade dos professores, na aula todos os dias, nem sempre torna isso possível. Então, eu prefiro ter um software com uma boa adaptabilidade interna, que possa fazer parte desse trabalho por você, em vez de se apoiar na ideia de que sempre vai personalizar playlists para cada aluno todos os dias. E, falando dos professores poderem atribuir conteúdo, outro recurso que a Rocketship considera importante em seu modelo é a habilidade de sincronizar o ambiente online com o que acontece na sala e no ambiente offline. Isso retoma uma das definições básicas do ensino híbrido, que é que o conteúdo online tem que sincronizar com outras atividades que ocorrem em classe. Nesse ponto, a Rocketship considera muito importante integrar o software com o sistema existente. Já falamos disso antes. Se os dados chegam em vários formatos diferentes, e não conversam bem entre si, pode ser decisivo que a escola use um novo software. Então, seja cauteloso com os sistemas que já tem empregado, garantindo que sua compra se integre bem com eles. Isso é essencial. Diferentes empresas facilitam ou dificultam que os softwares conversem bem entre si. Outro ponto que a Rocketship faz questão é que o conteúdo selecionado seja envolvente para os alunos. Pode parecer óbvio, mas há muito conteúdo por aí que não é tão envolvente. E a Rocketship descobriu que, se os alunos não curtirem, não vão trabalhar. Também não podemos confundir engajamento e tornar divertido com o aprendizado real. Às vezes essas coisas não estão em sintonia, mas se não for motivador, provavelmente não vai ensinar. Pergunto às crianças do que gostam ou não. Na minha classe, já contei essa história, tinha analistas de programas online, e eu ia passando de criança em criança, até que dizia: "Vamos lá fazer um teste. Temos um programa piloto, vá lá fazer o login". Os alunos ímpares faziam o login no programa A, e os alunos pares faziam o login no programa B, mas as crianças do A ficavam olhando as crianças do B trabalhando em seu programa. Para mim, é uma demonstração clara do que as crianças acham. Claro que um programa é melhor que o outro. As crianças nem sempre sabem o que é certo para elas, nem sempre comem os legumes, então, não desisti ali. Mas é um bom indicador de que programa funciona para elas. A última coisa que faço no ensino híbrido é forçar as crianças a usar uma ferramenta que não as empolga tanto, porque, de modo geral, principalmente com softwares baseados na internet, há muitas opções e não há por que as crianças não encontrarem algo que funcione para elas. O que eu gosto nos iPads é que a gente joga um jogo chamado DiGi. As crianças brincam e é muito divertido. E nem sabem que estão aprendendo. É um recurso de aprendizado. Meu site favorito se chama BrainPOP, é um link que algumas das playlists POP acessam. E tem vídeos e jogos educativos, e há muita informação, e torna o aprendizado divertido, por isso eu gosto. Pensando nessas considerações, Brian e eu temos alguns conselhos enquanto você navega por esse mundo. Primeiro, ao começar a escolher o software, há muitos fornecedores de softwares que não estão integrados entre si e ainda estão tentando entender seus próprios dados. Acreditamos que as escolas têm de entender seus próprios dados, não abdicar desse controle, então, ao escolher o software, seja firme ao perguntar e garanta que terá os dados de que precisa para que esses programas operem seu modelo com sucesso. Para isso, recomendamos que tenha relatórios abertos, mas só isso não adianta. E, falando de coisas técnicas, seria ótimo se seu software lhe permitisse criar facilmente logins e senhas. O jargão aqui é aprovisionamento, mas a ideia é que, quando o aluno chega e acessa o sistema, isso crie automaticamente o login para cada aula e software subsequente que vai usar em seu sistema. E, pensando em software, pense em um que lhe permita conectar-se só uma vez. Ou seja, os alunos podem ter uma só senha para todos os softwares, em vez de pedir a crianças de 7 anos que decorem cinco senhas e cinco processos diferentes de login nos softwares que estão usando. Outras perguntas que você pode fazer: saber quantas horas de conteúdo esses programas realmente têm. Se você está utilizando um programa que precisa de um ano de conteúdo e muitas horas, e se só puder usar um aplicativo que tenha apenas uma hora de conteúdo será decepcionante. Outra coisa: embora esses programas tenham muito conteúdo, também exigem que o utilize por determinadas horas para ver a eficácia. Certifique-se de que o programa do seu modelo possa conciliar algumas horas, senão, pode não ser adequado. O que não é o objetivo. No final das contas, você deve entender seu modelo e garantir que as necessidades dele se encaixem com os softwares. Não presuma que há um software que serve para todos, porque não é verdade. E tudo bem usar um leque de opções, um só software não vai conseguir tudo que quer, e se fizer essa análise rigorosa em todos os softwares, todos serão reprovados em algum ponto. Então, use esses conselhos como orientação e tenha um sistema seu para avaliar a melhor escolha entre suas opções. CRITÉRIO DE SELEÇÃO DE SOFTWARE: 1) ADAPTATIVO 2) ATRIBUÍVEL 3) ALINHADO COM O CURRÍCULO 4) QUE ALINHE COM O ENSINO EM CLASSE 5) INTEGRAÇÃO COM SISTEMAS EXISTENTES 6) ENVOLVENTE PARA OS ALUNOS