Khan Academy at Summit Public Schools (grades 9-12)

Summit é uma rede de escolas charter na Área da Baía que foi destaque no documentário "Waiting for Superman". Seus câmpus Rainier e Tahoma ficam na cidade de San José. De 2011 a 2012, essas duas escolas usaram a Khan Academy com todos os novos alunos do 9º ano, totalizando quase 200 alunos. Cada classe tinha cerca de 35 alunos, com um computador para cada um deles. Os professores da Summit incorporaram a Khan Academy de forma consistente em sua grade curricular, com unidades que acompanham o ritmo do aluno e que também incorporaram projetos e trabalhos em grupo.
De 2012 a 2013, a Summit adotou um novo modelo de aprendizado com 200 alunos em uma sala de aula com sete educadores. Abaixo apresentamos o trecho de uma publicação do blog da fundadora, Diane Tavenner: Além do ensino híbrido
O ano letivo de 2011-2012 foi transformador para as escolas públicas Summit. O que começou como um programa piloto de ensino híbrido de matemática em nossas duas escolas de San José reformulou totalmente o modelo de nossas escolas da próxima geração, que terão as duas primeiras unidades abertas no outono de 2013. O sucesso do programa piloto influenciou a maneira como estas escolas vão se comportar, bem como a forma como os alunos vão interagir com os professores e progredir nos níveis de aprendizado.
Como organização, as Escolas públicas Summit estão focadas em preparar todos os alunos não apenas para frequentarem as aulas, mas para serem bem-sucedidos nos cursos superiores de quatro anos ou mais. Para alcançar esse objetivo da melhor forma, começamos, no verão de 2011, a explorar maneiras de acelerar o aprendizado dos nossos alunos. Estávamos especialmente interessados em abordar falhas acadêmicas que vinham do ensino fundamental e ensino médio. Acreditamos que a tecnologia nos permitiu criar um ambiente de aprendizado mais personalizado para cada aluno, oferecendo exatamente o que eles precisavam, quando e como precisavam.

Primeiro passo: testar o modelo

Para testar esta teoria, lançamos um projeto piloto de ensino híbrido em parceria com a Khan Academy no último outono. Começamos aos poucos, com apenas 200 alunos do 9º ano em nossas duas escolas de San José. Criamos uma grade curricular de ensino híbrido capaz de suportar o domínio de conceitos de matemática do 9º ano, incluindo Álgebra I e Geometria. O modelo também incluía tempo de aprendizado individualizado diário para garantir que os alunos pudessem solucionar todas as lacunas acadêmicas. O piloto foi um sucesso. Nossos alunos alcançaram um crescimento significativo, preenchendo lacunas acadêmicas com mais sucesso do que nos 10 anos anteriores de esforços sem ensino híbrido e personalizado.

Passo dois: otimizar toda a escola

No entanto, percebemos rapidamente que para personalizar, de fato, o aprendizado para todos os alunos, precisaríamos ir além da abordagem de ensino híbrido pretendida que tínhamos adotado no programa piloto. Tínhamos que repensar toda a experiência da escola. Cada elemento da escola, desde o projeto dos espaços de aprendizado até o uso do tempo e o papel do educador, precisava ser personalizado e centralizado em relação aos nossos alunos.
Passamos a acreditar profundamente que a forma mais efetiva de personalizar o aprendizado é fornecer o que estamos chamando de modelo otimizado de escola, o qual vamos implantar em nossas escolas de San José no próximo ano e lançar em nossas duas primeiras escolas da próxima geração, no outono de 2013.
Em nosso modelo otimizado de escola, vamos:
  • Reimagining the physical classroom and school environment by removing walls to create an open architecture learning space that accommodates all learning styles, as well as individual workstations for students.  This open architecture allows for the natural flow of ideas among teachers and students.  It is a re-envisioning of what a school looks like, as well as of how a student learns and an educator teaches. The school design is completely centered around accommodating the personalized pathways and learning styles of individual students in order to address what each needs to be successful in college and beyond.
  • Redesigning teacher roles to move towards teams of educators, which can include teachers, learning coaches, intervention specialists and data analysts. These teams work together to provide high-quality, face-to-face learning experiences for students, while allowing technology to drive individualized learning, data and create a robust loop of information.  Teams of educators can provide one-to-one tutoring and coaching, small group learning experiences, workshops and labs, as well as larger group experiences such as Socratic seminars, presentations or case studies.
  • Removing the restrictions of traditional grade levels to give students the true freedom to move at their own pace. Students are placed in one of three learning phases - High School Ready, College Ready and Early College - and progress through them, based upon mastery of all the standards of a learning phase. Evaluation of this progress depends on mastery of key skills such as goal setting, time management, study skills, persistence, initiative or self-direction, task completion and responsibility, as well as academic standards.
  • Empowering students to take charge of their own learning by shifting away from the teacher-directed rotations (e.g., between digital learning and face-to-face instruction) typical of most blended environments. In our optimized school model, students can fully self-direct their learning. Students log-on to a learning management system each day to select a customized learningplaylist, including online apps and other programs, that helps them move through a set of personalized learning goals. Mentorship from and interaction with educator teams helps ensure they are on the right path.
Como faremos o programa piloto deste modelo otimizado de escola durante o outono, estamos animados para dar início a outro ano de exploração. Sem dúvida haverá obstáculos ao longo do caminho, mas, em última análise, nosso otimismo sobre o ensino híbrido vem da convicção de que a tecnologia vai acelerar a tardia redefinição do conceito de escola pública nos Estados Unidos, como o fez em tantos outros setores.