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ENSINO HÍBRIDO DE ALTA QUALIDADE Para o nosso terceiro exemplo, temos o "modelo flex" de ensino híbrido. Leia agora a definição e voltaremos para falar sobre o assunto. MODELO FLEX NESTE MODELO, O APRENDIZADO ONLINE FORMA A ESPINHA DORSAL DO APRENDIZADO, MESMO SE DIRECIONAR O ALUNO A ATIVIDADES OFFLINE, E OS ALUNOS TÊM A FLEXIBILIDADE DE PASSAR POR DIFERENTES MODALIDADES DE APRENDIZADO, COM O OBJETIVO DE OTIMIZAR SUA EXPERIÊNCIA DE APRENDIZADO E COM BASE EM SUAS NECESSIDADES ESPECÍFICAS. CADA ALUNO, EM ESSÊNCIA, TEM UMA PROGRAMAÇÃO CUSTOMIZADA, ENTRE AS MODALIDADES DE APRENDIZADO. O PROFESSOR DO REGISTRO ESTÁ NO LOCAL, E O PRÓPRIO PROFESSOR OU OUTRO ADULTO OFERECE SUPORTE INDIVIDUAL DE FORMA FLEXÍVEL E ADAPTATIVA, CONFORME A NECESSIDADE, ATRAVÉS DE ATIVIDADES PARA PROJETOS EM GRUPO E TUTORIA, COM SUPORTE SUBSTANCIAL OU ATÉ MÍNIMO. Nesta imagem de uma escola flex, temos apenas um exemplo genérico do modelo flex, pois cada escola usa uma configuração diferente dentro de seu espaço físico. Neste modelo em especial, vemos que há um espaço central e os alunos têm seus espaços individuais, e vemos que cada aluno tem seu computador, onde aprendem online. No perímetro deste espaço central, há vários espaços de escape. Num deles os alunos podem trabalhar em pequenos grupos. Há um espaço onde os alunos podem ter aulas de Ciências e ter as atividades de laboratório. Observe a área social na parte inferior. É um local onde os alunos podem passar tempo e aprender de fato com os colegas, se for o objetivo, e a ideia principal é que os alunos se movam pelas modalidades com flexibilidade, focando no que precisam e quando precisam. Portanto, neste modelo, a ideia é distinguir-se das estações, porque os alunos não são forçados a passar algum tempo em nenhuma atividade de aprendizado específica. Em vez disso, cada aluno tem uma lista de objetivos customizada, para o que precisam, quando precisam. Uma excelente protagonista como exemplo do modelo flex, que nos alegra muito, chama-se Summit Public Schools. A Summit foi fundada em 2003 por Diane Tavernner. Vamos visitar seu campus Denali, em Sunnyvale, Califórnia. Isto é um pouco difícil de explicar, mas o ponto principal aqui é que as crianças avançam no ritmo que precisam, ou no que conseguem, e por caminhos diferentes, conforme suas possibilidade. Pense nisto como uma longa lista de objetivos, que é cultivada pelos professores para os alunos. No início de uma unidade, os alunos fazem um teste de conhecimentos, para avaliar o quanto sabem. E se eles já dominam a matéria, vão diretamente à sala de testes, fazem a avaliação e demonstram seu conhecimento. Mas caso não dominem o tema, eles seguem a lista, e talvez a lista tenha um vídeo da Khan Academy, ou uma aula gravada por um professor, ou talvez um trabalho prático com outros alunos. A chave é que seja de fato baseado na proficiência e no domínio. E ao passarem grande parte do dia neste modelo flex, eles livram algum tempo para fazerem coisas diferentes e buscarem o aprendizado mais profundo, e assim começaram a utilizar os projetos para tentar outras abordagens e tornar o aluno um agente do aprendizado. Algo que pode ser visto quando visitamos um desses locais é que a ideia do aluno como agente é algo palpável e parte do modelo. Quem eles servem nessas escolas e como conseguiram isso? Certo. A Summit tem seis campi na área da baia de São Francisco e está em crescimento. Eles têm uma mistura de níveis de renda, com alunos de níveis de renda tanto baixo, quanto médio e alto. E os resultados têm sido muito expressivos. A escola matriz, que tem mais experiência, segundo o US News and World Report, está entre as melhores escolas da América.