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Transcrição de vídeo

RKA - E aí, pessoal, tudo bem? Eu tenho certeza que vocês já ouviram falar da história do João e do pé de feijão, mas eu tenho certeza que vocês não ouviram a história completa. E, agora, eu vou falar dessas partes para te dar uma ideia do que aconteceu. Há muito tempo, João encontrou um pé de feijão muito famoso e esse pé de feijão cresceu e cresceu. No fim, tinha folhas enormes e João utilizou as folhas como o apoio para chegar no topo do pé de feijão, e, é por isso, que esse pé de feijão ficou famoso. Isso, porque ele funcionou como uma escada para João subir, e, agora, vou contar uma parte que ninguém fala. O que houve entre João e o pé de feijão? O João estava se exercitando bastante, não estava? Ele estava produzindo muito dióxido de carbono gasoso como um produto de descarte, isso enquanto ele estava escalando o pé de feijão. E o pé de feijão estava ajudando fisicamente João mas, também produziu o oxigênio que é muito precioso. De fato, se o pé de feijão não estivesse produzindo oxigênio, o João não teria conseguido chegar ao topo e nós acreditamos que parte dessa história estava acontecendo durante o dia, e sabemos que a luz solar é essencial para esse processo. Nós acreditamos que o processo que aconteceu no pé de feijão foi a fotossíntese. E o que estava realmente acontecendo entre João e o pé de feijão, ou entre todas as plantas e os animais? Qual é o nome do processo que ocorre entre eles? Nós sabemos que o pé de feijão estava fazendo a fotossíntese, mas, por outro lado, sabemos que as pessoas como João fazem respiração celular, isso é uma simbiose muito interessante. O que eu estou querendo dizer é que ambos dependem um do outro para sobreviver, e nós queremos que esse processo esteja funcionando bem. Deixa eu descer um pouco aqui. Eu vou mostrar o processo que está acontecendo entre João e o pé de feijão. Deixa eu começar aqui com o processo de fotossíntese do pé de feijão. Então, de um lado nós precisamos de água, é lógico que o pé de feijão precisa de água e, nós também precisamos de gás carbônico. Deixa eu colocar aqui o dióxido de carbono em laranja, ou seja, também precisamos de dióxido de carbono. Então, aqui nós estamos captando água e dióxido de carbono e isso está expelindo glicose e oxigênio, então, aqui a glicose e oxigênio. Aqui, nós temos o que está entrando e o que está saindo da fotossíntese, e, do outro lado, você tem algo muito semelhante, ou seja, quem está entrando é a glicose e o oxigênio. Então, glicose e oxigênio estão entrando, ou seja, o João está consumindo glicose e oxigênio e está processando isso, e descarta água e dióxido de carbono. Então, água e dióxido de carbono. Na verdade, isso é muito perfeito, porque tudo está em equilíbrio, ou seja, não foi só o João que precisou do pé de feijão mas o pé de feijão, também, precisou do João, e nada disso teria acontecido se não tivesse luz solar, ou seja, nós precisamos da energia vinda da luz, da energia solar e esse é o propósito desse processo, obter energia. Mas, por outro lado, João também recebe algo. Ele está recebendo energia química, ou seja, está usando essa energia química para escalar o pé de feijão e, essa energia química, é armazenada na forma de ATP que é uma molécula com altos níveis de energia. Então, nós podemos dizer que João pegou a energia solar e transformou em energia química utilizando as duas equações que nós estamos vendo na tela. Agora, vem a parte da história que as pessoas não conhecem. Vou mostrar que essa não é toda a história de João e o pé de feijão, tem mais coisas acontecendo. Deixa eu selecionar essa parte aqui e vou colocá-la aqui embaixo. Ou seja, esse algo mais é que a planta também está fazendo respiração celular. Então, você sabe que João, ou seja, os humanos precisam de energia, mas, as plantas também precisam, certo? Ou seja, elas precisam de um pouco de energia quando a energia luminosa é absorvida, ou seja, elas precisam eventualmente fazer um pouco de energia química para si, isso para fazer tudo que elas precisam. Claro que a planta não vai precisar correr, mas precisam de energia para fazer novas raízes, para fazer uma flor, e tudo isso demanda energia. Nós sabemos que a fotossíntese acontece durante o dia mas, o tempo todo, as plantas precisam fazer respiração celular igual aos humanos, então, as plantas e os humanos têm muito mais em comum do que você pode imaginar. Eu vou fazer uma pergunta meio óbvia. Por que as plantas liberam a glicose e oxigênio, quando elas mesmo poderiam utilizar? Ou seja, porque elas liberam a glicose e oxigênio, em vez delas utilizarem? Na verdade, a glicose acumula em frutas e vegetais que nós podemos consumir, mas, em relação ao oxigênio, as plantas produzem em excesso, então, tem oxigênio suficiente para nós, para o João, e ainda tem para a planta. O que eu quero dizer é que a planta produz oxigênio em excesso, e isso é interessante e importante saber. Quer ver outra coisa interessante? Deixa eu desenhar um planeta aqui. Então, aqui nós temos a Terra e, nessa Terra, tem centenas de Joãos, na verdade, centenas de Joãos, centenas de pés de feijão, ou melhor, bilhões de pés de feijão, ou seja, nós temos um planeta cheio de humanos, plantas e outros animais. Eu te pergunto: como seria a atmosfera? Ou seja, essa atmosfera aqui, seria feita de gás, mas, quais seriam esses gases? Pelo que nós vimos, é bastante plausível pensar que na atmosfera tem muito dióxido de carbono e oxigênio, então, será que a atmosfera está dividida meio a meio entre dióxido de carbono e oxigênio? Isso baseado no que nós vimos até aqui? Na verdade não, isso porque, se nós olharmos para a composição do ar ou da atmosfera, deixa eu colocar o ar aqui, então aqui o ar e, nós vamos ver, que o oxigênio compõe 21% do ar, aqui vai ser a nossa composição do ar. O dióxido de carbono compõe menos do que 1% dessa atmosfera. E, você se pergunta, então: do que o ar é composto? Ou seja, do que o ar é feito? O que acontece é que 78% do ar é composto por nitrogênio. Nós temos nitrogênio nas proteínas, nosso DNA, então, o nitrogênio é uma parte de nós, ou seja, é uma parte de muitas coisas vivas. Mas esse nitrogênio gasoso, na verdade, é o N2 e, ele não é muito reativo, fica por aí sozinho, ou seja, ele não reage com outras coisas. Se eu quiser representar isso aqui no meu desenho, nós temos essa parte aqui, que representa mais ou menos 21% de oxigênio e o nitrogênio seria toda essa parte aqui, mais ou menos assim, e o dióxido de carbono, tem muito pouco, e eu posso colocar no meu desenho, mais ou menos essa parte tinha aqui, até menor que isso. É mais ou menos assim que nós iríamos ver a nossa atmosfera se ela fosse visível, ou seja, a maior parte é nitrogênio. Você deve estar se perguntando: de onde vem todo esse nitrogênio? Isso porque, em todo o processo de fotossíntese e respiração celular, nós não vimos esse nitrogênio. Isso acontece porque a maior parte do nitrogênio está aqui há bastante tempo, e cientistas até acreditam que está aqui desde o princípio, ou seja, quando a Terra não tinha nem atmosfera, e, provavelmente, esse nitrogênio vai permanecer ainda por muitos anos. Mas é isso aí pessoal, até a próxima aula!