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Noções básicas do desenvolvimento do ovo

Nessa videoaula apresentamos o desenvolvimento do óvulo. Versão original criada por Vishal Punwani.

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Transcrição de vídeo

RKA7MP - Olá, meu amigo ou minha amiga! Tudo bem com você? Seja muito bem-vindo ou bem-vinda a mais uma aula de ciências da natureza. Nesta aula, nós vamos conversar sobre o ciclo reprodutivo feminino. O ciclo reprodutivo feminino se refere à maturação dos ovos dentro dos ovários. Inicialmente, os ovários criam esses óvulos durante a gestação. Em outras palavras, quando uma menina está dentro do ventre de sua mãe, todo o suprimento de óvulos da menina é criado e permanece em estado inativo. Esse processo de criação dos óvulos é chamado de oogênese. Quando a menina cresce e atinge a puberdade, o seu ciclo reprodutivo começa e o óvulo que se encontra nos ovários amadurece e se torna ativo a cada 1 mês. Isso permite que ele seja fertilizado pelo esperma. Uma outra palavra para óvulo é oócito. Depois que o óvulo amadurece é empurrado para fora do ovário, em um processo chamado ovulação. A outra função principal dos ovários é secretar os hormônios sexuais femininos. O estrogênio, a progesterona e um chamado inibina, a gente vai conversar um pouco mais sobre as suas funções mais tarde. A gente vai inicialmente conversar sobre como os óvulos são feitos no ovário. Assim, no início do desenvolvimento uterino, células germinativas precursoras, que são chamadas de oogônia, são células homólogas a espermatogônia nos machos. Mas, enfim, a oogônia passa por uma tonelada de divisões mitóticas e isso é para fazer mais e mais de si mesma. Então, por volta do sétimo mês do desenvolvimento, essas divisões param e tudo o que foi produzido, que é algo em torno de 2 a 4 milhões, será o que a fêmea terá para o resto da vida. Isso acaba sendo algo de 1 a 2 milhões por ovário. Então, quando ela está ainda em desenvolvimento fetal, todas essas oogônias que foram produzidas se desenvolvem para o próximo estágio, que é um oócito primário. Lembre-se que os dois "o" se referem a óvulo e o "cito" ou "cite" se refere a célula. Então, isso aqui significa célula óvulo ou célula ovo, caso você esteja se perguntando. É bom falar também que no nível cromossômico essas oogônias são células germinativas, são "2n", isso significa que elas têm 2 cópias de cada cromossomo e os oócitos primários também. Eles também são "2n". Então, os oócitos primários começam com uma meiose. A meiose é o que nossas células fazem para reduzir o número de cópias cromossômicas, ou seja, o número de DNA que nós temos aqui. Um detalhe: eles começam o processo de meiose 1, mas não terminam. Eles se aproximam da metade e param. Eles ficam como essas grandes células, que ainda são ovócitos primários. Inclusive, estão em uma prisão meiótica. Aí, quando a mulher está em desenvolvimento no útero de sua mãe, quando ela nasce seus oócitos primários estão em prisão meiótica. A pergunta é: eles ficam assim? A resposta é: alguns sim e outros não. Vou ampliar o sistema reprodutor para tentar explicar isso melhor. Se eu der um "close" nas partes principais do sistema reprodutor feminino, e eu cortei partes do útero e os tubos uterinos e os ovários para que você possa ver o interior e o lado de fora dessas estruturas. Esse aqui é o ovário, o nosso órgão-chave. Como eu falei, a pergunta é: os oócitos dos primários, que estão na prisão meiótica, ficam desse jeito? A resposta é: os que são do tipo destinado a ser ovulado, para depois ser empurrado para fora do ovário, bem aqui, e depois ser apanhado pelas fibras, depois viajar ao longo do tubo uterino, são todos os que já passaram pela prisão meiótica. O problema é que a maioria morre enquanto ainda está presa nessa fase, nessa fase de parada meiótica como oócito primário. Como eu falei aqui, aqueles que passam por isso seguem em frente para se desenvolver em oócitos secundários, que são capazes de se fundir com o esperma. Mas, quando, exatamente, isso acontece? Isso começa na puberdade. Eles ficam nessa fase como oócitos ou ovócitos primários aqui em cima, em prisão meiótica por cerca de 12 a 13 anos mais ou menos, e só então eles começam a avançar com o desenvolvimento, terminando aquela primeira parte da meiose. Eles se dividem em 2 oócitos secundários. Uma coisa que eu não falei aqui com você, é que, normalmente, os oócitos também são chamados de ovócitos, OK? Um detalhe também é que, na verdade, tudo isso aqui não é exatamente verdade, mesmo que seja o que esperamos. O que realmente acontece é que um ovócito primário tenta se dividir em 2 ovócitos secundários, mas isso não é o que realmente acontece. O que acontece é que uma das células filhas em desenvolvimento se desenvolvem maravilhosamente no oócito secundário normal a partir do oócito primário. Mas, quando eles completam a primeira parte da meiose, algo realmente interessante acontece. Uma das células recebe basicamente todo o citoplasma, então o número de cópias do cromossomo é dividido em metade, mas basicamente todo o citoplasma é mantido em uma célula. Então, esse carinha que não recebeu muito citoplasma ainda tem um comprimento total de cromossomos, mas acaba sendo bem pequeno e não muito funcional. Então, isso aqui meio que murcha e acaba morrendo, e é chamado de um corpo polar. Aí, você acaba com esse oócito secundário que é realmente grande, e é isso que acaba sendo ovulado. Você deve estar pensando o seguinte agora: a meiose é feita em 2 passos, certo? Quando o segundo passo acontece então? É uma boa pergunta! Novamente, a ovulação acontece mais ou menos aqui, com o ovócito secundário saindo. Esse tipo de ovócito secundário apenas sai nos tubos uterinos, e um esperma vem junto e fertiliza o óvulo. Vamos ver isso aqui embaixo. Aqui, você tem o tubo uterino e, aqui, nós temos o óvulo. Agora, isso é um ovócito secundário. O esperma vem junto, e assim o espermatozoide fertiliza o óvulo e se funde com ele. Vamos dar apenas uma olhadinha no está acontecendo ali. Então, você tem aqui o ovócito secundário bem grande, e a gente também tem todo o esperma aqui. Digamos que o núcleo do esperma está bem aqui. Está dentro do óvulo já. Esse é o núcleo do espermatozoide. E, aqui, o núcleo do ovócito secundário, isso é quando acontece a meiose 2, a segunda parte da meiose. Aí, como esse núcleo de espermatozoide está viajando em direção ao núcleo do óvulo para criar um núcleo articular, a meiose 2 ocorre. O ovócito reduz o número de cópias do cromossomo, criando o outro corpo polar, um segundo corpo polar através da divisão da célula. Aí, o ovócito corta o número de cópias do cromossomo ao meio novamente. Então, a gente vai ter um pouquinho de DNA aqui. Isso é apenas uma cópia extra do DNA que o óvulo já tem. Ele divide a célula na forma de outro corpo polar, que realmente não tem muito citoplasma, assim como o primeiro, e, novamente, deixa o seu citoplasma rico em nutrientes para trás, para o espermatozoide e o óvulo. A propósito, o óvulo mudou o seu nome agora, de um ovócito secundário a um óvulo, mas não será um óvulo por muito tempo, uma vez que o núcleo do esperma se funde com o núcleo do óvulo e, aí, vai se tornar algo que chamamos de zigoto. É legal eu falar uma coisa com você aqui: se o óvulo não for fertilizado por um esperma, ele não vai completar a segunda etapa da divisão meiótica e, aí, ele é descarregado do corpo na menstruação como ovócito secundário, e não como um óvulo, porque o nome óvulo está reservado apenas para depois que ovócito é fertilizado. Enfim, isso aqui foi uma conversa com você apenas sobre os conceitos básicos por trás do desenvolvimento de um óvulo. Espero que você tenha compreendido esses conceitos. Quero deixar aqui para você um grande abraço. Até a próxima!