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Compreendendo e construindo árvores filogenéticas

Transcrição de vídeo

é bom quando nós olhamos para toda essa diversidade de seres vivos em volta de nós uma questão natural pensar bem como estão relacionadas às diferentes espécies entre 5 e se você colocar isso em um contexto evolutivo de parentesco pode ser relacionado ao com recente duas espécies de vida em um ancestral comum que nós vamos fazer neste vídeo é construir uma árvore para mostrar como diferentes espécies evoluem a partir de um ancestral comum e nós vamos fazer isso baseado em alguns desses traços observava isso que nós temos aqui mas isso vai ser uma super simplificação e estou fazendo isso apenas para cinco espécies e cinco traços bem simples como você poderá ver ou como nós falaremos sobre isso em vídeos futuros isso pode ser feito de uma maneira muito mais complexa e é isso que os biólogos fariam eles olharam para muito mais do que cinco traços e olhariam previdência moleculares evidências moleculares em termos de diferença nas proteínas em termos de diferença no dna realmente começar a construir o que nós chamamos de árvore filogenética e é isso que nós vamos criar então uma árvore filogenética fila vem do grego para grupos tipos ou tribos e genética então está relacionada com a palavra gênesis como essas coisas acontecem como diferentes grupos ou tribos ou neste caso como diferentes espécies surgindo bem quando você está tentando fazer uma dessas árvores é importante perceber que isso é uma hipótese mas você está como sempre tentando trazer uma hipótese simples que pode explicar as observações que nós realmente vemos e quando nós olhamos para isso pelo menos entre as espécies que nós temos aqui estados parece que há uma que é mais diferente das outras ao tek não tem nenhum dos cinco traços que nós estamos observando então nós chamaríamos isso de grupo externo a lampreia então o nosso grupo externo e muitas vezes quando você precisa construir uma árvore filogenética eles podem fornecer algo que é algo que está claro apenas um grupo externo aqui ele não tem nenhum dos nossos observadores e algumas vezes nós estamos olhando para as diferenças genéticas ele deve ter uma diferença genética muito maior em relação a qualquer um dos outros então isso vai fazer sentido a hipótese simples aqui então aqui um ancestral comum é mais distante na linha do tempo do que qualquer outro então me deixa começar a desenhar essa árvore aqui então vou colocar aqui é mais longe no passado um ponto de bonificação onde nós temos um central com muita andré e todo o resto então eventualmente você tem um central comum e há muitas muitas espécies ao longo do do caminho e nós temos então a lampreia no tempo presente então a próxima coisa a se pensar sobre isso é bem como tudo isso terminou ficando o que é comum em relação a todo o resto que talvez não seja como um pré uma coisa comum que nós vemos em todo o resto pelo menos nas espécies que nós temos listadas aqui é que todos têm mandibu então é razoável dizer que nós temos um ancestral comum entre a lampreia e todo o resto e nesse ponto de ramificação bem aqui onde eles ramifica em múltiplas espécies uma dessas espécies pode ter evoluído ônibus então e deixa eu colocar a mão de boa bem aqui então a mandíbula é considerada como um traço privado essas espécies ancestrais não tinha mandíbulas então nós estamos assumindo que em algum ponto elas evoluíram e elas ficaram por aí porque elas se mostraram favoráveis em certos ambientes op poderia ter aparecido por deriva genética quem sabe mas eu tô achando que ela foi favorável em algum tipo de ambiente então vamos ver se nós podemos classificar todo mundo então agora vamos aqui e escalam pré apenas por simplificação uma vez que nós reclassificamos esses caracteres então agora para todos os outros nós já vimos que todo mundo tem mandíbulas então vamos para o próximo traço em comum móvel risca que a mãe de boa também apenas para manter as coisas mais simples então a gente pode ter aqui as coisas um pouco mais limpas e agora vamos ver próximo traço em comum são os pulmões mas nem todas as espécies que nós deixamos aqui tem pulmão o badejo não tem pulmão ele não respirar da mesma forma que os outros animais que vivem fora da água o próximo ponto de divergência deve ser entre o badejo e todo o resto que nós deixamos aqui então vou desenhar aqui e agora vejo que mais uma vez eu disse deve ser ou seja isso uma hipótese eu acho que essa é uma hipótese razoável então eu vou desenhar isso aqui esse é o badejo e é um ancestral comum entre o badejo e todos os outros o antigo ap a águia o jacaré em algum ponto um ancestral comum divergiu em múltiplas espécies e uma dessas espécies filhas deve ter evoluído pulmões ou então os pulmões devem ter evoluído em algum ponto mas nós estamos assumindo que ele não estava nessa linhagem do beijo mais uma vez estou apenas tentando encontrar uma simples explicação deve haver alguma situação onde talvez pulmões possam ter evoluído então foram embora em algum ponto e você reverte então para uma forma ancestral mas nós preferimos seguir com a explicação mais simples essa é uma propriedade que os biólogos vão também muitas vezes chamada de parcimônia o que na linguagem atual na verdade significa barato então quando alguém diz que você parcimonioso é uma palavra com som agradável mas significa que você é barato mas foi simone nesse contexto quer dizer que nós estamos tentando ser baratos com complexidade ou seja nós estamos tentando ser o mais simples possível em nossa explicação do que aconteceu mas qualquer forma vamos voltar o que nós estávamos fazendo então nós já falamos sobre o beijo aqui nós já falamos sobre o pulmão bom o que nós ainda temos nós ainda temos que falar sobre o antílope a águia o jacaré a moeda e um pelo bom parece que agora o jacaré eles têm moel o antigo pupilo aí realmente nós não falamos sobre isso mas agora também têm penas bom então é possível que mais uma vez estou tentando fazer isso em tempo real não deixe de fazer uma ramificação aqui vamos entender que é uma ramificação para a área e vamos ver se após conseguir um ramo que vai explicar a diferença entre águia o antigo eo jacaré bom ag jacaré tem algo em comum testemunha em comum então deixa eu fazer um ponto de bonificação vamos fazer aqui um pouco mais perto do que a águia e infantil eu vou colocar o jacaré aqui vou falar sobre como nós pegamos esses traços derivados então isso é o jacaré obviamente poderia ter escrito jacaré do outro lado da águia desse lado poderia ter gerado poderia ter gerado é um desses pontos de verificação então o que nós realmente temos deixado ao antigo agora vamos ver se eu posso contar por todos os traços derivados o antigo ok então nós temos um ancestral comum do badejo da águia o jacaré e infantil que vem aqui nós temos então um ponto de ramificação em algum ponto nós temos os pulmões nós estamos em tempo utilizando a evolução desses ramos vem nós vamos dizer que esse ramo é um ancestral comum entre o antigo eo jacaré em área e um central comum d'água do jacaré tem um ela e essa é a nossa hipótese e então tudo que depende desse ancestral tem moel bom isso é o que nós estamos assumindo mais uma vez só pode ter sido perdido essa hipótese então nós já fizemos aqui pra mulher desde então arriscar isso então nós temos feito pela manhã e nós temos feito também para as penas ea água é a única que possui apenas então deixe-me por isso aqui então em algum ponto nós temos um ancestral comum do jacaré da água que me fica para múltiplas espécies as quais têm ou não têm penas e mais uma vez é você sabe que poderia ter modificado em muitas muitas coisas porque nós sabemos que a água não é a única espécie que tem penas mas ainda com certeza é uma espécie que tem penas e vamos ver então aqui está pronto para apenas agora e agora nós temos que fazer isso para o pêlo o pêlo do antílope então nós não sabemos onde isso pode ter acontecido nós deveríamos olhar para mais evidências para conseguirmos uma boa hipótese mas em algum lugar ao longo desse ramo direito nós podemos colocar nós podemos colocar o p e então aqui você tem isto é realmente uma árvore filogenética razoável onde eu pratiquei parcimônia para chegar a uma explicação simples mas há explicações mais complicados e nós não sabemos se algumas dessas explicações mais complicados poderiam ser verdade mas à parte disso nós temos uma rápida e fácil representação gráfica de como diferentes espécies poderiam ser relacionados e onde ela teve nenhum central comum então ag jacaré é baseado nessa árvore filogenética nós podemos dizer que eles são mais próximos do que a água de um tipo lager jacaré eles têm um central mais comum ou ancestral comum mais recente aqui então ambos os ancestrais comuns com o antílope isso faria deles mais próxima se nós estivéssemos fazendo isso realmente nós gostaríamos procurado por evidências genéticas e procurar proteínas e dizer ok será que isso faz a gente voltar atrás o dna da águia e o dna do jacaré tem mais em comum entre eles do que eu venha deles com vamos dizer hunt lupi mas especialmente quando fica complexo pode haver diferentes explicações e nós apenas queremos ter mais e mais evidências para manter refinado a nossa árvore filogenética
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