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Estrutura antiparalela das fitas de DNA

Transcrição de vídeo

no vídeo anterior vimos que a estrutura molecular do dna é tipicamente formada por duas fitas de nucleotídeos a estrutura de cada uma dessas fitas é formada por grupos fosfatos e açúcar só que de forma alternada você tem um grupo fosfato e em seguida você tem o açúcar e depois você tem um grupo fosfato novamente e então você tem o açúcar e assim sucessivamente e então eu poderia desenhar algo como isso aqui um foi fato seguido de um açúcar ou desenhar isso aqui em cores diferentes então aqui nós temos todos os dois fatos seguidos agora por todos os açúcares nós podemos ver a mesma estrutura na outra cadeia em que nós temos um fosfato seguido de um açúcar que em seguido de outro fosfato que é seguido de outro açúcar é então na cadeia que nós teremos algo como isso aqui esses são os fatos vou desenhar todos de uma vez novamente esses aqui agora são os açúcares entre os fatos o que liga estas cadeias são bases nitrogenadas complementares que você pode imaginar como se fosse degraus de uma escada e há razão para nós chamarmos isso de bases nitrogenadas na verdade eu acabei esquecendo de comentar sobre isso no último vídeo é que esses nitrogênios aqui são muito eletro negativos e com isso eles podem atrair mais próprio de hidrogênio eles têm um par de elétrons não emparelhados esse par de elétrons é que não está fazendo nenhuma ligação e pode ser usado em algumas ocasiões para potencialmente atrair mais próprios de hidrogênio agora vocês podem estar se perguntando ok se temos essas bases nitrogenadas aqui porque o dna chamado de ácido então a primeira coisa na qual nós devemos pensar é que as propriedades básicas das bases nitrogenadas são baseadas no fato de que elas são capazes de se ligar entre si através de ligações de hidrogênio e isso é na verdade que forma o degrau da escada saque ou seja quando essas bases nitrogenadas complementares formam essas ligações hidrogênio entre si mas voltando à pergunta inicial a razão pela qual dna chamado de ácido é porque quando os fatos estão protocolados eles são ácidos e a razão pela qual tendemos a representar o grupo fosfato diz pro tornado é porque eles são tão ácidos que quando você coloca em uma solução neutra eles imediatamente irão se diz pro tornar ou seja vão liberar esse próton de hidrogênio então essa é a forma mais provável que você irá encontrar esses grupos fosfatos no núcleo de uma célula real já que na verdade eles estão sempre diz pro tornados mais um modo geral os fatos são considerados assoc se eu fosse desenhar esse grupo fosfato no estado neutro ou seja sem a carga eu já comentei sobre isso no último vídeo eu teria que colocar um próton aqui e deveria retirar essa carga negativa daqui então estou aqui apenas um pequeno resumo do que já vimos no último vídeo como já comecei a desenhar cadeia de forma mais abstrata que vamos continuar vamos desenhar de bases nitrogenadas então aqui eu tenho uma tina eu você e colatina que com uma cor verde então isso aqui tudo é a timina então isso que a que está ligado a uma tina ea base nitrogenada complementar da timina é a adenina eu vou desenhar de lina que em laranja já tem um monte de nitrogênio dela não é então isso tudo aqui é a adenina então entre a china ea de nina nós temos essa ligação de hidrogênio porque elas têm cargas parcialmente negativas e parcialmente positivas em ambas as extremidades e que estão atraindo uma outra agora vamos ver esse degrau aqui embaixo esse degrau aqui que será que tá acontecendo aqui nesse de grau bem vamos nós temos a base nitrogenada que chamada citosina essa base nitrogenada que eu estou circulando aqui agora é a citocina ea cdu zina está emparelhado com água menina então essa base emparelhado aqui é água menina o que nós estamos vendo nesse vídeo é apenas uma introdução a respeito do dna agora você poderia dizer o seguinte pra mim bem veja só essas duas cadeias e que parecem estar emparelhados bom de certa forma isso é verdade mas pode haver uma outra coisa muito interessante e que também você possa ter notado é a direção na qual elas estão orientadas ou seja posicionados em uma forma de a gente poder visualizar essa orientação aqui e reparando nos açúcares isoc ribose sou as partes dos nucleotídeos que vem da xbox ribose você pode observar os oxigênio no topo da idosa na parte superior desse anel que cinco membros o oxigênio nesse caso está no topo já de si outro lado aqui o oxigênio está na parte inferior ou seja eles estão com orientações diferentes aqui o oxigênio está apontado para cima e aqui o oxigênio está apontado para baixo pra gente poder visualizar isso um pouco melhor nós podemos numerar os carbonos da ribose assim poderemos usar essa numeração dos carboneros para poder avaliar a diferença entre os sentidos então vamos melhorar nossos carbonos nessas ribose que estamos vendo deste lado que da estrutura molecular de dna quando estamos falando do dna estamos falando de vídeo só tive bolas porque nós não temos porque nós não temos uma hidroxila sobre o carbono de número 2 ele apenas está ligado a um átomo de hidrogênio então ao invés de termos uma hidroxila ligado ao carbono de número 2 temos apenas um átomo de hidrogênio mas primeiro vamos não mereces carbonos aqui então esse é o primeiro carbono a gente sempre começa a contar pela carbonila que então temos aqui o nosso primeiro carbono o segundo carbono o terceiro carbono quarto carbono e o quinto carbono agora olhando para o anel esse é o primeiro carbono esse é o segundo esse é o terceiro esse é o quarto e esse é o quinto carbono se tivéssemos que enumerar os carbonos decide a grama bem aqui do dna e seria o primeiro carbono e se o segundo e se o terceiro e se o quarto e este é o quinto carbono essa é uma forma que usamos aqui para analisar isso agora vamos olhar se grupo fosfato está ligado com o que chamamos de ligação foz por de éster são as ligações forte de s possibilita a ligação das estruturas dessa fita mas nós agora estamos indo do fosfato para o carbono 5 e nós vamos para o carbono três e então nós temos outro foi fato então nós passamos pelo carbono 5 deixa eu colocar em xeque esse daqui é o sim o carbono 5 e agora nós vamos para o carbono 3 e assim sucessivamente então começando com esse carbono que foi o carbono de número 1 isso aqui é uma cadeia linear mas você vê que estamos começando do carbono 5 e temos pois fato carbono 5 carbono 3 fosfato carbono 5 carbono 3 pois fato podemos descrever essa orientação de que estamos falando dizendo apenas que estamos indo do carbono 5 para o carbono 3 então podemos dizer que estamos indo do quinto para o terceiro então já havíamos essa nossa orientação é que através dessa numeração do carbono aqui do lado esquerdo mas o que será que tá acontecendo do lado direito vamos fazer a numeração novamente então esse aqui é o primeiro carbono vamos enumerar em relação a essa carbonila que está de cabeça para baixo ou seja está invertida então temos aqui o 2345 ou fazer o mesmo aqui carbono um carbono 2 carbono 3 carbono-14 carbono 5 aqui nós temos fosfato 35 fosfato 35 e fosfato novamente então esse aqui é o modo como o açúcar está orientado se você vier de cima para baixo estamos percorrendo esse caminho estamos indo do terceiro para o quinto então do lado direito estamos vendo aqui do terceiro para o quinto então se você desenhou uma certa do quinto para o terceiro aqui também podemos fazer a mesma coisa desenhar essa certa que nesse caso então você poderia ter me dizer que eles são paralelos mas uma vez que eles estão essencialmente apontados para sentidos diferentes mesmo que eles estejam paralelos nós podemos dizer que a estrutura do dna é anti paralela então isso seria a estrutura antes paralela do dm então essas duas fitas são complementares e elas são conectadas entre si por ligações entre timina adenina e citosina guanina elas são atraídas entre si através dessas ligações de hidrogênio mas essas duas fitas estão apontadas em sentidos diferentes uma outra coisa interessante também que podemos pensar sobre isso uma vez que estamos falando sobre a estrutura molecular do dna é como essas coisas se formam o que faz com que elas se orienta e dessa maneira grande parte disso está relacionado ao fato de esses grupos fosfatos serem negativos então você pensa logo de cara com essas coisas que têm carga negativa estou entendendo se afastar o máximo possível uma das outras certo mantendo esse tipo de orientação para se afastar o máximo possível uma das outras não é isso mesmo além disso essas moléculas são muito muito muito longas no vídeo anterior sobre o dna a gente falou que os cromossomos são muito longos e quantos pares de bases essas moléculas longas têm então todos esses grupos fosfatos querem ficar o mais longe possível dos outros mas essas coisas aqui querem ficar mais próximos quanto possível por causa das ligações de hidrogênio e é isso que ajuda a formar a estrutura da nossa escada não há dúvida que eu poderia ficar falando sobre o dna por dias já que ele é algo fascinante o que eu disse até aqui é quase nada quando paramos para pensar sobre as implicações que o dna tem para quem somos nós mas eu espero que esse vídeo tenha tido uma compreensão pouco melhor sobre a estrutura do dna
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