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DNA

Saiba mais sobre o DNA (ácido desoxirribonucleico). Resumo sobre as bases do DNA, o pareamento de bases complementares e a estrutura da dupla hélice.

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  • Avatar piceratops ultimate style do usuário Reinaldo Anjos
    O DNA contém as informações genéticas, que serão usadas na síntese de proteína. Mas como a produção de proteína pode determinar quem nós somos biologicamente?
    (7 votos)
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  • Avatar orange juice squid orange style do usuário Lukas Kainsou
    Na verdade, temos 6 bilhões de bases nitrogenadas e 3 bilhões de pares.
    (6 votos)
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  • Avatar piceratops sapling style do usuário ney iared junior
    Que regiões do genoma humano são utilizadas no teste de paternidade?
    (4 votos)
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  • Avatar spunky sam blue style do usuário Giulliano Scatalon Rossi
    dia 14/01/2017

    então quando são correspondentes é como se fossem rivais juntos?
    (2 votos)
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    • Avatar primosaur ultimate style do usuário SAMU
      Mais ou menos isso. É como se fossem pares alinhados na ordem correspondente. Rivais também pode ser uma ideia que isso trás.
      (2 votos)
  • Avatar male robot hal style do usuário BioJr
    São 3 bilhões de pares e não 6 bilhões.
    (2 votos)
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  • Avatar aqualine ultimate style do usuário Helen Emilly Felinto
    É correto afirmar que a quantidade de bases ou comprimento do genoma de um organismo está mais ou menos relacionado à complexidade daquela espécie? Porque existe um genoma de uma ameba 200 vezes maior que o nosso, e até o número de genes não está relacionado visto que o peixe-zebra tem 32.000 genes e o humano 30.000. Além disso, o tamanho de um genoma tá mais relacionado à diferença na quantidade de DNA não codificador (intercalante) do que codificador. Fonte: Alberts, 6ª ed.
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    • Avatar aqualine ultimate style do usuário Louise Galluccio
      Oi, Helen!! A resposta é não: a complexidade de um organismo não é diretamente proporcional ao tamanho do genoma, pelos motivos que você mesma colocou e segundo a mesma fonte que você consultou. Embora que tenha sido dito em que tem uma certa relação, isso não é muito verdade.
      (1 voto)
  • Avatar piceratops sapling style do usuário ney iared junior
    Quais são os passos a serem tomados para se obter bactérias transgênicas capazes de sintetizar proteínas de origem eucariota?
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    • Avatar leafers seed style do usuário Bryan Tavares
      Até se pode expressar proteínas de organismos eucarióticos em bactérias, porém ela não será idêntica à do organismo de origem. O melhor é utilizar S. cerevisiae, um levedura eucariótica.

      A razão é que precisamos de modificações pós-traducionais (Ex.: Glicosilação).
      (1 voto)
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Transcrição de vídeo

RKA5GM - Eu imagino que desde que os humanos existem, eles já percebem semelhanças entre filhotes e seus progenitores. Por exemplo, você já deve ter ouvido falar coisas do tipo: "Nossa! Você caminha de uma forma muito parecida com seu pai", ou que seu sorriso é muito parecido com o da sua mãe, seus olhos parecem com os dos seus tios ou dos seus avós. Então, essa noção de traços hereditários ou traços herdados, provavelmente, sempre existiu, mas foi só no século 19 que isso começou a ser estudado de uma forma mais científica por um cara chamado Gregor Mendel, que é o pai da genética. Mas, mesmo Mendel, que estava tentando entender como certos traços são transmitidos de uma linhagem para outra, ele não sabia bem qual que era base molecular da herança. E a resposta para essa pergunta só surgiu por volta da metade do século 20, quando a estrutura do DNA foi desvendada por Watson e Crick, que não à toa, ganharam um prêmio Nobel com isso. O trabalho deles foi baseado em diversos outros, como o de Rosalind Franklin, que forneceu os dados para que pudessem desenvolver o trabalho, Maurice Wilkins e muitos outros. E até antes dessa estrutura helicoidal do DNA ser descoberta pelos Watson e Crick, já se procurava uma molécula que pudesse ser a base da herança e já se sabia da existência do DNA no núcleo, só não sabia que ela possui essa estrutura que permitiria que a informação fosse transmitida, mas já se buscava moléculas ou uma molécula que fosse capaz de transmitir informação, ela deveria ter algumas propriedades: ela precisaria ser replicável, e de alguma forma, ser expressa. Então, quando em 1953, essa estrutura de dupla hélice, essa estrutura helicoidal do DNA foi descoberta pelos Watson e Crick, os cientistas começaram a pensar: "Olha, essa deve ser a molécula que a gente estava procurando". O DNA, então, tem uma estrutura que permite que a informação seja transmitida. Em inglês, a gente escreve "DNA". Em português, ficaria "ADN", que é ácido desoxirribonucleico. E aqui, você pode encontrar das duas formas, porque as duas formas estão incorporadas na nossa língua. Então, vamos dar uma olhada aqui. Aqui nós temos o DNA, a estrutura do DNA representada. E repare, imagine aqui como se fosse uma escada daquelas de construção, só que ela está torcida, então, aqui, esses braços da escada são as estruturas de açúcar e fosfato. O fosfato, por ser ácido, é o que dá o nome aqui, o "A" do DNA, ou do ADN. E cada degrau da escada corresponde a um par de bases nitrogenadas. As bases são justamente a informação que está contida no DNA, a sequência de bases, e no caso do DNA, elas podem ser de quatro tipos: então, nós temos a adenina. Adenina. E a adenina sempre se pareia com a timina. Adenina com a timina. Nós também temos a guanina. Guanina. E a guanina se pareia sempre com a citosina, que é a última base. Citosina (nossa, meu "s" está horrível, espera aí). Citosina. E essas são as quatro bases que nós temos no DNA. DNA, então, por causa do açúcar desoxirribose, que fica aqui na estrutura do braço da escada, "ácido" é por causa do fosfato, e "nucleico" é porque está no núcleo, o DNA está localizado no núcleo celular. Então, aqui eu não vou entrar em detalhes moleculares de como que é o pareamento, mas vamos colocar aqui... imagina que aqui nós temos a adenina. Aqui também temos adenina. Essa é uma adenina também. E aqui, por exemplo. E agora, se nós colocamos a adenina, vou colocar a timina pareado com ela. Então, aqui nós temos timina. Aqui também seria timina. Aqui também. E aqui. E vamos colocar agora a guanina. Vamos ver. Aqui, por exemplo, poderia ser uma guanina. Aqui poderia ser outra. Aqui poderia ser uma outra, está um pouquinho claro o meu azul. Aqui poderia ser uma outra. E aqui atrás teria um outro degrau, a gente não vê porque a escada está torcida aqui, o DNA está torcido, e para completar vou colocar a citosina. Citosina aqui. Pareada com a guanina. Nos locais que eu coloquei a guanina, eu ponho a citosina. Vou colocar mais aqui. E aqui. A gente põe a guanina agora para parear com ela. O meu azul ficou um pouquinho claro, mas acho que dá para enxergar. Bom, então, vamos imaginar agora que eu vou cortar esse DNA aqui, vou separar as bases, os pares de bases. Então, vou pegar aqui esse trecho aqui e vou representar aqui embaixo. Então aqui eu coloco a nossa estrutura de fosfato e pentose, fosfato e açúcar. E agora, vou colocar as bases, então, aqui eu começo com a timina, botei o "T" aqui. Depois, eu pulo 1, 2, 3, espaço, mais ou menos, tem uma outra. Depois, eu tenho a guanina, que vai ficar bem aqui, e que mais? E mais uma, 1, 2, 3, aqui outra guanina. Agora, a adenina, eu tenho uma aqui, eu tenho uma adenina aqui. Tenho uma depois da timina aqui. E agora, a citosina. Tenho uma citosina aqui e tenho uma aqui. Beleza, representei esse pedacinho aqui. E olha só que interessante, mesmo eu tendo só metade da escada, ou seja, essa parte de cá, aqui do DNA, eu consigo construir o outro. Mesmo se eu não olhar para essa imagem aqui, vamos ver. Então vou colocar aqui a estrutura de fosfato e açúcar, e agora vou parear cada base com a sua correspondente. Então, onde tem timina vou colocar adenina, onde tem guanina vou colocar citosina, onde tem adenina coloco timina. Repare que, esses pares aqui, que eu acabei de fazer, são os mesmos da figura. Então, se você tiver só um braço da escada, você consegue construir a escada toda. Se você parar para pensar, essa sequência de pares de base, ela armazena informação genética, que faz com que você seja você. É exatamente isso que nos torna únicos. É a sequência de pares de base. Claro que com isso, a gente está se referindo ao aspecto genético, que o que nos torna únicos também pode ser uma coisa aprendida, mas não vamos entrar nessa discussão, do que é aprendido, do que é genético. Mas, definitivamente, o DNA desempenha um papel importante na nossa individualidade. É o DNA que vai determinar, por exemplo, a cor do seu cabelo, a cor de seus olhos e diversas outras coisas. E o DNA não só faz com que você seja um ser humano único, mas ele também te conecta com outros humanos, porque o material genético dos humanos é mais similar entre si do que, por exemplo, com o material genético de um chimpanzé, ou de uma mosca da fruta, ou de uma planta, por exemplo. E você pode estar se perguntando: "Quanto de material genético um ser humano pode ter?". E a resposta pode te deixar decepcionado, ou pode te deixar intrigado. São 6 bilhões, 6 bilhões de pares de bases que nós temos, o genoma humano tem essa quantidade de pares de bases, mas isso varia de espécie para espécie. A quantidade de pares de base, o comprimento de um genoma de um organismo, ele está mais ou menos relacionado com a complexidade daquela espécie. No nosso caso, são 6 bilhões de pares, e esses 6 bilhões de pares de bases... Deixa eu escrever aqui: Pares de bases. Estão distribuídos, no caso das nossas células somáticas, excluindo os espermatozoides e óvulos, em 46 cromossomos. Cromossomos. São 23 pares de cromossomos. Distribuindo a esses 6 bilhões de pares de bases, nesses 46 cromossomos. vai dar uns 100 milhões de pares por cromossomos. Em média, né? Porque alguns cromossomos são mais longos que outros. E esse é um número bem grande, algumas pessoas podem até ficar meio decepcionadas. Podem dizer: "Ah! Eu consigo armazenar essa quantidade de informação em um disco rígido de computador". Mas se você parar para pensar, essa fila de pares de bases aqui, ela acaba ficando bastante longa. E você tem tudo isso é armazenado no interior das suas células, na forma condensada dos cromossomos. É bastante informação em um espaço bem pequeno. Para você ter uma ideia, o raio mais ou menos aqui, de um par de base desse, tem aproximadamente 1 nanômetro. 1 nanômetro é muito, muito pequeno, é um bilhão de metro. É muito pequeno. Então, a estrutura do DNA, além de armazenar uma quantidade gigantesca de informação em um espaço minúsculo, ainda consegue se replicar e transmitir a informação. A gente vai ver em outros vídeos como essa informação toda é expressa na forma de proteínas. Só para você ter uma ideia de como seria estrutura do DNA, eu peguei essa imagem animada, que ilustra que é estruturante dupla hélice, ela equivale a essa imagem aqui, bidimensional. Você pode ver a estrutura de fosfato e pentose, e no meio, que são os degraus da escada, você consegue ver os pares de base. Bom, espero que você tenha gostado do vídeo, e até o próximo!