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Estrutura terciária das proteínas

Transcrição de vídeo

quando trabalhamos uma visão geral sobre estruturas de proteínas em um vídeo anterior falamos sobre diferentes níveis e estruturais que uma proteína pode assumir recapitulando a estrutura primária de uma proteína consiste na seqüência de aminoácidos da cadeia linear a partir dela podemos começar a pensar sobre como se forma estrutura secundária desta proteína a estrutura secundária se dá pelas interações entre segmentos de cadeias adjacentes entre si isto é que são próximos inter se no vídeo em questão aprofundamos as estruturas secundárias mais típicas abordando as formas de lâmina aberta pregada e alpha hélice a forma de lâmina aberta pregueada surge quando os segmentos de cadeias são paralelos entre si respeitando ambos a mesma sequência de carbono alfa carbonila nitrogênio carbono alfa carbonila nitrogênio já a forma de alfa hélice surge quando os segmentos de cadeias são anti paralelos entre si isto é quando um segmento de cadeia apresenta a sequência carbono alfa carbonila nitrogênio e outro segmento de cadeia apresenta carbono alfa nitrogênio carbonila desta maneira na conformação paralela às ligações de hidrogênio entre os segmentos de cadeias são co planárias as mesmas ao passo que na conformação ante paralela às ligações de hidrogênio são perpendiculares à extensão da cadeia então chega se a estrutura terciária de uma proteína na qual finalmente poderemos falar sobre as interações entre os segmentos distantes entre si podemos começar a pensar sobre o que são esses grupos r e como eles afetam a forma de uma proteína para ajudar com isso eu desenho aqui algumas figuras imagine que essa linha castanha laranjada é uma cadeia peptídica poderíamos pensar em sua primeira ordem estrutural de modo que teremos aqui um aminoácido aqui um outro aminoácido aqui um outro aminoácido aqui um outro aminoácido enfim essa seqüência configura a estrutura primária desta cadeia subsequentemente podemos ter reações à como desta cadeia como por exemplo aqui onde ligações de hidrogênio que ocorre de forma copla na extensão da cadeia configura uma forma de lama na beta pregueada com o mesmo raciocínio podemos inferir que nesta região onde as ligações de hidrogênio ocorre de forma perpendicular à extensão da cadeia configura se a forma de alfa hélice mas agora vamos falar sobre a estrutura terciária um exemplo de estrutura terciária é visto aqui onde desenho várias ramificações da cadeia principal como aqui por exemplo aqui e aqui também as ramificações configuram um aminoácido conhecido como valina essas ramificações são hidrocarbonetos puros e portanto são altamente hidrofóbicos e do forró bicos logo em uma situação comum e isto é em uma solução aquosa as ramificações volta se para dentro da dobra da cadeia afastando-se do meio a coisa circundante atraindo se entre si e dobrando esta cadeia conforme visto aqui no desenho note que eu estou desenhando em duas dimensões embora obviamente não existam proteínas em duas dimensões mas sim em três dimensões tornando as muito mais interessantes e muitas vezes de difícil processamento ou podemos ter algo como a serena que apresenta uma hidroxila em sua ramificação sabemos que o oxigênio é muito mais elétron negativo que o hidrogênio de modo que ele apresentará uma densidade eletrônica negativa em relação ao hidrogênio tornando a ramificação por lá e portanto hidrofílica uma vez hidrofílica tal ramificação tem de voltar se para fora da cadeia principal quando em solução aquosa podemos supor também que temos aqui na cadeia principal uma hidroxila que realiza uma ligação de hidrogênio com essa outra hidroxila da serena ou podemos ter situações também em que as ramificações são carregadas eletricamente com cargas opostas configurando uma ligação e única entre os segmentos diferentes da cadeia mais uma situação ainda consiste na formação de ligações covalentes entre ramificações como aqui esquerda entre duas cisteína as onde podemos observar o compartilhamento de elétrons entre seus respectivos enxofre a cisteína é caracterizada pela cadeia principal mote aqui o nitrogênio carbono ao fia carbonila assim como pela ramificação contendo enxofre veja aqui esse carbono com enxofre ligado a ele assim quando duas cisternas encontram-se uma ao lado da outra elas formam esta ligação covalente conhecida como ligação ligação por ser formada por dois enxofre zé de sulfeto por exemplo suponha que nessa região do pólo pitt veio aqui nós encontramos uma cisterna e aqui também outras esterlina de modo que ela realiza entre si uma ligação de sulfeto assim espero que você aprecia em todas essas interações possíveis que podem conformar a estrutura terciário de uma proteína por último e não menos importante temos a estrutura quaternária de uma proteína ou seja como se encaixam várias cadeias polipeptídeos entre si toda essa série de vídeos é apenas para que você aprecia mesmo na sequência às diferentes formas diferentes interações que uma proteína pode realmente ter conferindo-lhe sua complexidade sua beleza sua capacidade de fornecer todas as funções biológicas como catarse enzimáticas sinais hormonais integridade estrutural com o transporte de oxigênio tal como faz a hemoglobina e essa é uma enorme área de pesquisa - se você sabe a sequência qual é a forma da proteína e com base nessa forma como podemos usar isso para pensarmos sobre como manipular uma proteína de diferentes maneiras quem sabe portanto esta é uma área fascinante de pesquisa
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