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Modelo de mosaico fluido das membranas celulares

Transcrição de vídeo

vamos explorar o modelo do mosaico fluido das membranas celulares mas por que chamamos de modelo do mosaico fluido bom se tivermos uma célula bem aqui e essa aqui é a sua membrana o que deixa o interior das células separado de tudo o que estiver fora da célula nós estamos olhando então para uma seção transversal de sua superfície de modo que aqui na parte de baixo nós temos um meio intracelular e na parte de cima o meio extra celular então quando damos um zoom por exemplo nesta pequena parte aqui nós temos uma pica amada fósforo lipídica formando a membrana celular você deve estar se perguntando o que são foz felipe filhos e esta é uma ótima pergunta porque quando você entende o que força o lipídio são começa a fazer sentido porque eles formariam uma bicamada como esta e porque esta é a base de muitas membranas nos sistemas biológicos aqui temos uma representação de um fósforo lipídio ou seja é um episódio que contém um grupo fosfato normalmente a palavra lipídio e nós temos um vídeo inteiro sobre os lipídios nos remete a algo que não se dissolve muito bem em água o que é verdade como no caso do falso lipídio em que temos estas caldas de hidrocarbonetos que são provenientes de ácidos graxos e obviamente não apresentam carga e são a polaris nós sabemos que as moléculas de água são populares o que permite a ocorrência das ligações de hidrogênio entre elas ea atração por si mesmas mas estas cadeias são a polaris e não serão atraídas pela água ea água não será atraída por elas de maneira que podemos chamar estas caldas de hidrofóbicas então nós temos caldas hidrofóbicas que compõem a parte lipídica dos fósforos e pisos nós temos bem aqui uma cabeça que é constituída pelo grupo fosfato e como você pode ver claramente ela apresenta carga e moléculas com carga se também com substâncias polares como a água assim esta parte bem aqui será e profilática ou seja solúvel a água e moléculas que apresentam uma parte hidrofílica e uma parte hidrofóbica tem um nome especial nós chamamos elas te anfifílicos ou seja os flips índios são anfifílicos o que significa que eles têm tanto uma extremidade hidrofílica ou seja que é atraída pela água quanto uma extremidade hidrofóbica que não é atraída pela água e espero que agora começa a fazer sentido do porque que eles se organizam desta maneira as cabeças hidrofílicas serão atraídas pela água que encontra-se tanto no exterior quanto no interior das células de modo que estas extremidades dos fugitivos fiquem voltadas para a interface líquida ou seja viradas para os meios intra e extra celulares ou ainda voltadas para o exterior da membrana as caldas hidrofóbicas por outro lado serão recolhidas pela água e repeliram água de maneira que ficam voltadas para o interior da membrana e o fato mais interessante é que uma estrutura como esta como este fosfolipídios sendo uma molécula anf fica ou anf prática permite que estruturas como esta be camada lipídica sejam formadas assim nós podemos pensar em um tempo muito remoto antes mesmo da formação de células em que muito provavelmente havia fosfolipídios formando espontaneamente essas esferas com uma bica amada lipídica como representei nesta seção transversal ou seja uma estrutura muito parecida com uma célula e obviamente que não podemos falar de célula propriamente dita porque para que haja vida é preciso que informações sejam transmitidas de alguma maneira que haja algum tipo de metabolismo e todas as definições de vida mais ou menos você consegue imaginar como esta estrutura básica da membrana celular pode ter sido formada em um período bem remoto antes mesmo de que houvesse vida a partir de moléculas anf práticas ou tanque físicas como os fótons de pedir agora sabemos como esta bicamada de fósforo e pisos é formada mas e todas estas outras estruturas desenhadas aqui elas são proteínas esta é uma proteína isso aqui é uma outra proteína e isso daqui também é uma proteína que eu desenhei diferentes formas e cores para mostrar a variedade de proteínas mas a coisa mais importante para se perceber é que quando pensamos em células também tratamos de toda essa diversidade esta complexidade que está inserida dentro de sua membrana então ao invés de pensarmos nela como apenas uma bicamada fosfolipídios cada uniforme temos de lembrar também que há outros tipos de estruturas inseridas nela o que podemos ver neste diagrama você poderia até mesmo dizer que há um mosaico de estruturas que se encaixam na membrana o mosaico é uma imagem formada a partir de diferentes componentes das mais diferentes cores e aqui você pode ver que há diferentes tipos de proteínas temos proteínas como esta que atravessam a membrana as quais são chamadas de proteínas transmembrana e que fazem parte de uma classe específica dentro das proteínas integrais há também proteínas integrais como esta que só consegue interagir com uma parte da bicamada enquanto esta atravessa a membrana também encontramos estruturas como os gco lipídios como este explicou lipídio aqui que é muito interessante porque ele se acomoda na membrana já que apresenta esta extremidade e crítica que é portanto hidrofóbica e assim será atraída pela parte hidrofóbica da membrana mas também apresenta uma extremidade que é uma cadeia de açúcares de maneira que esta parte será hidrofílica e portanto ficará voltada para a parte de fora da célula e estas cadeias de açúcares são extremamente importantes para o reconhecimento intercelular o seu sistema imune as utiliza para diferenciar as células que são realmente do seu corpo e que portanto deverão ser protegidas daquelas que são provenientes de corpos estranhos e que portanto devem ser atacadas quando as pessoas falam de tipo sangüíneo elas estão se referindo à quais tipos de glicol lipídios você tem suas células mas isso não é tudo quando estamos falando sobre o clico lipídios como uma maneira de proporcionar o reconhecimento celular e é muito fascinante como estas cadeias de açúcares podem levar a um comportamento tão complexo e francamente falando tão útil sob o nosso ponto de vista no entanto não apenas uma associação entre cadeias de açúcares e lipídios mas também na membrana encontramos uma associação entre cadeias de açúcares e proteínas o que está representado bem aqui e é um exemplo de uma glicoproteína e como você pode ver quando temos todas essas coisas juntas a uma formação de um mosaico e eu ainda nem terminei de falar sobre tudo há também o colesterol inserido na membrana e como é um lipídio ficará na parte hidrofóbica da membrana o que ajuda na fluidez da membrana garantindo que não fique nem tão fluida nem muito rígida bom nós falamos sobre a parte do mosaico mas sobre a parte fluida o que é interessante sobre a membrana é que ela não é uma estrutura rígida se esta proteína fosse empurrada para o outro lado ou arrancada da membrana os fãs o lipídio se iriam espontaneamente se rearranjar para cobrir o espaço deixado você pode imaginar que essas coisas estão mudando de posição continuamente e que esta membrana tem uma consistência oleosa ou seja ela não tem uma textura emborrachada uncle como uma bexiga ela é na realidade fluida e apesar de ser fruta desempenha muito bem o papel de separar dois ambientes o ambiente intracelular do ambiente extra celular e é daí que vem o nome modelo do mosaico fluido até o próximo