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Transcrição de vídeo

RKA - Vamos pensar em como os íons se formam tipicamente, como eles formam compostos e como que a gente vai nomear esses compostos. Vamos pegar alguma coisa aqui do nosso grupo 1 da tabela periódica, por exemplo. Nessa minha primeira coluna que eu tenho aqui na tabela, é a coluna que eu chamo dos "metais alcalinos terrosos". E eu vou começar com esse potássio que eu tenho aqui. Então vou circular aqui o meu potássio. Bom, a letra K, como vocês já sabem, é o símbolo do potássio na tabela periódica. Os elementos que eu tenho no grupo 1 vão possuir 1 elétron de valência. Então, se fosse o caso, nenhum desses elementos aqui iriam se importar em perder esse 1 elétron de valência que eles têm. Então, quando eles vão se ionizar, quando eles se ionizam, eles tendem a perder esse 1 elétron que eles têm. E eles vão se tornar um cátion que é um íon positivo. Vamos ver uma situação onde eu tenho um pouco de potássio. Eu vou fazer aqui numa outra cor, vou fazer em azul. Aqui eu tenho o potássio... Que eu vou fazer aqui. K, o meu símbolo da tabela periódica. E eu poderia simplesmente escrever K¹⁺. Mas o que que é esse 1+ que eu representei aqui? Como a gente já viu em outros vídeos, a gente pode se referir a um íon de potássio como K¹⁺, ou como um cátion de potássio. Bom, agora vamos dar uma olhada do outro lado da nossa tabela periódica. Vou mudar de cor aqui. Eu vou olhar aqui para os meus halogênios, onde eu tenho o flúor, o cloro, o bromo... Bom, os halogênios têm 7 elétrons de valência e eles adorariam ter 8 elétrons de valência. Então, esses elementos desse grupo que eu acabei de marcar, eles têm a tendência de pegar elétrons, de roubar elétrons para si. Vamos dizer que nesse exemplo aqui eu tenho o cloro. Bom, quando o cloro pega 1 elétron, ele vai ser carregado negativamente, certo? Então eu representaria o cloro dessa maneira aqui: Cl¹⁻. Bom, quando eu me refiro a um ânion, que é um íon carregado negativamente, eu posso chamar esse ânion de cloro de "cloreto". Então, eu posso chamar isso aqui de "cloreto". Vou marcar aqui embaixo, cloreto... Agora, imaginem o potássio com essa carga positiva e o cloreto com essa carga negativa. Bom, eles vão estar sendo atraídos um pelo outro e eles podem se transformar em um composto iônico. Esse composto iônico que eles formariam seria assim... Eu teria... Eu vou representar o potássio em azul como eu fiz antes. Eu teria K e eu teria o meu cloro, o meu cloreto. KCl, esse seria o composto iônico que a gente iria formar. Bom, primeiro, a gente tem... Repare que eu escrevi primeiro o potássio. A convenção diz que a gente tem que escrever primeiro o nosso íon positivo, e depois você escreve o íon negativo. Então esse composto que eu formei aqui, é o "cloreto de potássio". Então, eu vou marcar aqui. Vou fazer aqui numa outra cor, vou fazer em rosa. Eu tenho aqui o cloreto de potássio, que foi o nosso composto iônico que nós formamos com o potássio e o cloreto. Bom, agora olhem esse nome "cloreto". Automaticamente você pensa que aquilo ali é um ânion, porque em vez de eu escrever "cloro", que é o nome do elemento, eu escrevi "cloreto". Eu fiz esse sufixo "-eto" no final. Mas por que que eu não fiz uma coisa assim com meu íon de potássio? Bom, pelo que a convenção diz para gente, se alguém chegar para você e falar cloreto de potássio, você vai saber que você vai estar lidando com composto iônico. E se o cloro tem uma carga negativa de 1, o meu composto todo aqui vai ser neutro. Por quê? Porque eu vou ter aqui 1 carga positiva no meu íon de potássio, e eu tenho 1 carga negativa no cloreto. Então, se eu somar essas duas cargas, no final eu tenho um composto que é neutro. Bom, nos próximos vídeos, a gente vai falar sobre mais exemplos disso, e alguns serão um pouco mais complicados.