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Transcrição de vídeo

o mecanismo é sequência de etapas elementares pelas quais uma reação ocorre portanto se olharmos para essa reação aqui representada temos o dióxido de nitrogênio gasoso eo monóxido de carbono também gasoso reagindo e formando monóxido de nitrogênio e dióxido de carbono ambos gasóleos também esses dois reagentes não se convertem nos dois produtos em uma única etapa mas sim a tn a etapas elementares que constitui a reação global o mecanismo possível para essa reação consiste em duas etapas elementares na primeira etapa vimos que dois no2 reagem entre si formando um n ó em um trio mostre de nitrogênio n o 3 em seguida na segunda etapa elementar o no3 que se formou na primeira etapa reage com o monóxido de carbono gerando no2 e co2 qualquer mecanismo possível deve ser constituído de etapas elementares que somadas resultam na equação global logo se somarmos essas duas etapas elementares aqui representadas teríamos a reação global acima façamos isso então vamos traçar essa reta indicando que essas reações serão somadas e vamos colocar aqui todos os reagentes e aqui todos os produtos começando pelos regentes vamos inserir aqui em o dois mais no2 mas no3 maceió então temos os produtos que é o ine o mais em 13 mas no2 mais co2 ao cortarmos os reagentes que são repetidos nos produtos ou seja eliminando no2 aqui e aqui eliminando no3 aqui e aqui temos a nossa reação global formada por no2 mais se ó resultando em o mais co2 que é exatamente a mesma reação apresentada acima a reação global assim temos novamente a reação global obtida por meio de um possível mecanismo de reação observe agora o no3 veja aqui se o composto é produzido na primeira etapa e consumido na segunda etapa tal dinâmica lhe confere o nome de intermediário uma vez que na reação global o enio 3 não é nem a gente e nem produto mas apenas um composto que pode ser detectado eventualmente e nos auxilia a descobrir os mecanismos de reação logo se você consegue detectar um certo composto intermediário você consegue obter evidências de como são as prováveis etapas de reação como um todo o mecanismo possível também deve ser consistente com a lei de velocidade experimental da recessão global a reação global que estamos lidando aqui consiste em um molde no2 mas um molde seó resultando em um molde e niel mais um molde co2 tendo como lei de velocidade obtida experimentalmente uma constante cá vezes a concentração de no2 elevada ao quadrado perceber que a lei de velocidade dessa reação é dada em função da concentração do dióxido de nitrogênio e levado a 2 embora o coeficiente desse composto na reação global balanceada seja um portanto não podemos assumir o coeficiente de um composto como um expoente de sua concentração uma vez que experimentalmente o valor do expoente pode ser diferente como nesse caso logo só podemos assumir o coeficiente de um composto como expoentes de sua concentração na equação de lei de velocidade se tratarmos de uma reação elementar note ainda que esta lei de velocidade tem 10 como expoente da concentração do senhor de modo que a concentração desse composto não é determinante a velocidade da reação vamos olhar para o mecanismo provável e ver se conseguimos compreender ou explicar a lei de velocidade obtida experimentalmente na primeira etapa temos a formação de no3 que caracteriza a parte lenta do processo na segunda etapa o intermediário no3 é consumido formando o produto desta reação caracterizando a parte rápida do processo temos então que a parte lenta isto é a etapa lenta é a etapa determinante da velocidade da reação global pois é ela que disponibiliza um dos regentes da segunda etapa para termos uma noção mais palpável disso vamos assumir valores suponha que a etapa lenta demore um segundo para ocorrer ao passo que a etapa rápida leve apenas um vez 10 a menos 8 segundo ao somarmos o tempo das duas etapas temos que o tempo total da reação global é de aproximadamente 1 segundo podemos concluir então que a velocidade efetiva da reação global é determinada pelo tempo consumido durante a primeira etapa isto é a etapa determinante da velocidade da reação global percebi então que nós podemos encontrar além de velocidade desta reação ao encontrarmos a lei de velocidade da primeira etapa que é determinante isso é possível uma vez que norte a primeira reação é uma reação elementar biomolecular que abordamos no vídeo anterior logo temos que além de velocidade da primeira etapa por ser elementar de molecular é dada em função de uma constante de velocidade vezes as concentrações de seus regentes e levaram seus respectivos coeficientes assim temos que a velocidade da etapa determinante da velocidade global é igual à constante de velocidade calmo indicada aqui nesta equação vezes a concentração de no2 elevada o seu coeficiente vezes a concentração do 2º reagente também o 2 e levado ao seu coeficiente tratando essa equação matematicamente temos que essa velocidade é igual o k1 vezes a concentração de co2 ao quadrado o que confere com a nossa premissa de que a velocidade da reação global é muito próxima da velocidade da etapa lenta da etapa determinante da velocidade global veja aqui a velocidade da etapa lenta é k 1 vez a concentração de co2 ao quadrado assim como a lei da velocidade obtida experimentalmente é uma constante de velocidade vezes a concentração de nador ao quadrado note que além da velocidade da etapa determinante obtida teoricamente por ser uma reação elementar confere com a lei de velocidade da equação global que reforço foi obtida experimentalmente desde então por que a concentração de senhora não interfere na velocidade global o senhor é um reagente da segunda etapa a etapa rápida que não determina a velocidade da reação global por fim note também é constante de velocidade presente na lei de velocidade experimental diferente a reação global é a mesma constante de velocidade da etapa determinante da reação global indicada aqui como calmo