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Transcrição de vídeo

no vídeo passado realizamos a configuração eletrônica do potássio e do cálcio mas não custa nada dar uma relembrada e fazer aqui novamente não é até porque a configuração eletrônica deles vai interferir na forma como vamos entender que a configuração eletrônica de todos esses orbitais de aqui então novamente para realizar a configuração eletrônica do potássio vamos utilizar a votação do gás nobre então lembrando aqui que o gás nobre imediatamente anterior ao potássio é o argônio então escrevendo essa configuração eletrônica que utilizando a notação do gás nobre nós temos aqui o argônio então vamos colocar aqui o argônio e como argônio tem 18 elétrons mas o potássio tem 19 temos um elétron a mais aqui para posicionar em algum dos hospitais certo e aí nesse caso aqui observando os níveis de energia orbital 4s é menos energético que o orbital 3d então vamos colocar esse elétron a mais aqui nesse orbital 4s então a configuração eletrônica do potássio será igual à configuração eletrônica do argônio mas esse quattro s1 ou seja um elétron no orbital s no quarto nível de energia vamos novamente que realizar essa configuração eletrônica do cálcio e utilizando a notação do gás nobre para isso então vamos ter aqui o argônio que o gás não abre imediatamente anterior ao cálcio e novamente lembrando que o argônio tem 18 elétrons mais o cálcio tem 20 elétrons então esses dois elétrons a mais aqui do cálcio nós também vamos colocar nesse orbital 4s emparelhando os spins aqui nesse caso então teremos aqui uma configuração eletrônica para o calço igual a configuração eletrônica do argônio mais quatro s2 agora podemos aproveitar esse momento para observar o íon do cálcio dois mais ou seja para obter mos esse um aqui desse cálcio necessário que ele perca dois eletro certo então nesse caso estes dois elétrons que esse cálcio vai perder serão esses dois elétrons aqui de valência esses aqui nesse caso quando tivermos esse onde carros aqui a configuração eletrônica para ele será igualzinho da configuração eletrônica que do argônio então como vimos aqui estamos observando os elementos aqui desse quarto período quando a gente estiver falando do potássio que precisamos nos preocupar apenas com esse um elétron para realizar a configuração eletrônica já que aqui temos uma configuração eletrônica igual à do orgulho quando estamos falando aqui do cálcio nós precisamos nos preocupar apenas com esses dois elétrons aqui que são posteriores a essa configuração eletrônica que do orgulho então vamos seguir agora para o próximo elemento da tabela periódica que os cães um certo e com o skandi nós temos que nos preocupar apenas com três elétrons já que vamos colocar que apenas a configuração eletrônica do argônio e aí esses três elétrons aqui é mais rock o problema é que aqui as coisas começam a ficar um pouco complicadas porque até o cálcio aqui esse 4s era menos energético que esses orbitais 3d só que aqui a coisa se inverte agora o orbital 4s é mais energético se a gente tiver aqui falando desses níveis de energia que os orbitais 3d e aí você poderia simplesmente falar pra mim ok já que temos três elétrons aqui podemos colocar esses elétrons através desses níveis de energia utilizando a regra de gude certo por exemplo o primeiro elétron colocaria aqui o segundo colocaria que o terceiro colocaria que sem partilhar esses elétrons ok então a gente poderia pensar exatamente dessa forma o problema é que não é isso que acontece a gente precisa tirar esses dois elétrons daqui e colocar esses dois elétrons aqui nesse orbital 4s colocando o primeiro elétron aqui com esse espinho emparelhando outro elétron aqueles orbital 4s então essa daqui seria a configuração eletrônica para esses candidatos 4s 2 eo 3 deu então a gente poderia colocar aqui 4s 2 eo 3 de outubro bem poderíamos colocar aqui 31 o 4s 2 lembrando que aqui atrás nós temos uma configuração eletrônica ainda do harmónio certo então essa daqui na verdade qualquer uma das duas poderia servir para a configuração eletrônica que do escandinavo tudo bem eu sei que você pode estar achando isso daqui um pouco confuso não é afinal por que esses dois elétrons tem que ir para o nível de energia mais elevado e na verdade a resposta não é muito simples você não tem uma explicação muito simples a gente fala nesse vídeo aqui agora e eu poderia falar pra você que um dos motivos por exemplo é que a carga nuclear aumenta já que esses cantos tem um próton a mais em seu núcleo mas nesse vídeo aqui a gente não vai falar exatamente todos os motivos do por que isso ocorre mas uma coisa fatos é essa configuração eletrônica que nós observamos para o escandinavo agora como é que sabemos realmente que esse orbital 4s é mais energético que esse hospital 3d aqui para o átomo diz candinho pra gente saber isso a gente pode realizar um processo de ionização por exemplo se a gente utilizar esses cândido que fazendo com que ele perca um elétron ele vai perder um desses elétrons é que deixou o hospital 4s então teríamos uma configuração eletrônica que dessa forma 4s 1 e 3 de 11 ou simplesmente 3d 1 e 4 s1 e esse é o motivo que a gente sabe que esse orbital 4s é mais energético já que em um processo de ionização normalmente que elétrons que está no livro de energia mais acima que costuma sair desse ato já que é muito mais fácil realizar o processo de humanização arrancando e seleto mais energético então observando esse processo de unitização é que a gente chega à conclusão que esse hospital 4s que é mais energético que esse orbital 3d e isso não costuma aparecer nos livros de química talvez pelo fato de que se você observa por exemplo sem um teste você quisesse realizar a configuração eletrônica do escandinavo você poderia simplesmente colocar aqui 4s 2 e 3 de um certo e só que daria pra você a configuração eletrônica que corre a data para o skank ou seja você teria orgulho mais o 4s 2 e 13 de um certo problema é que fazendo isso simplesmente não te leva a perceber esses níveis de energia que por exemplo orbital 3d aqui é menos energético que o hospital 4s imagine que no teste por exemplo fosse pedido a você para realizar a configuração eletrônica aqui do titânio você poderia utilizar a notação do gás na obra que usando argônio da mesma forma que a gente fez aqui antes a gente coloca que o argônio e depois você tem o 4 certo quattro s1 quattro s2000 gente coloque 4s 2 e depois aqui 3d 1 e 3 de 232 também poderíamos trocar que sem problema nenhum certo mais uma vez ajuda que dá uma idéia de que os elétrons precisam ocupar os hospitais d após ocupar orbital é certo uma coisa que não é verdade mas de qualquer forma você consegue obter a resposta certa dessa configuração eletrônica certo então é útil pensar sobre essas duas coisas ou seja pensar os níveis de energia corretamente mas também pensar no seu objetivo que é obter a configuração eletrônica para esse elemento certo e para fazer isso você pode fazer o que eu fiz aqui para obter essa resposta de uma forma bem mais rápida ou seja observar na tabela periódica e vem uma forma mais fácil de conseguir isso pode ser a melhor maneira de fazer isso num teste por exemplo mas além do skandia e do titânio vamos ver os outros elementos desse bloco que também então vamos observar esses outros elementos aqui pra gente trabalhar com a configuração eletrônica rock e já fizemos aqui com o estã dio e com o titânio por exemplo aqui com o skandi nós vimos que temos um hospital 4s 2 e 13 de um então nós tivemos aqui esse primeiro elétron que a gente colocou aqui nesse orbital certo 3d e depois esses dois elétrons que colocamos aqui no hospital 4s a mesma coisa acontece com o titânio como a gente já colocou esses dois elétrons aqui nesse orbital 4s vamos continuar completando e sua capital aqui 3d utilizando a regra de gude certo a gente coloca que 100 olhar com esse outro elétron a mesma coisa que com vanádio que nós temos três elétrons então temos esses dois elétrons aqui nesse 4s e esses outros elétrons e que a gente vai colocar-nos orbitais 3d então até o vanádio não tivemos nenhum problema afinal de contas utilizamos a regra de rudd conseguimos realizar configuração eletrônica desses elementos aqui o problema é quando a gente chega aqui no cromo aí as coisas ficam realmente complicadas ficam estranhas inclusive por exemplo se a gente fosse pensar que no cromo tendo um elétron a mais aqui que o vanádio a gente poderia pensar em colocar esse elétron a mais é que nesse espaço aqui no hospital de certo e aí teríamos uma configuração igual a 4 s23 de 4 não é mas não é isso que acontece se a gente observar que a configuração eletrônica do cromo a gente tem aqui quattro s1 e três de cinco e isso é algo realmente estranho se pensar quando a gente está construindo um átomo os elétrons vão se ajustando de acordo com os níveis de energia certo nível mais baixo para o nível mais alto mas ficaria muito complicado pensar aqui em relação aos níveis de energia então vamos pensar apenas de uma forma para facilitar a configuração eletrônico seja facilitar pra você realiza a configuração eletrônica pensando que esse elétron ac/dc orbital 4s vai migrar para aquele espaço vazio que tem ali no orbital 3d então por esse motivo nós vamos ter aqui para o cromo uma configuração eletrônica igual à do argônio e mais esses outros elétrons aqui 4s um já que só vai ter um elétron a cnis orbital 4s e três de cinco já que vamos ter cinco elétrons aqui nesses orbitais de algumas pessoas podem falar que nós precisamos completar essa sub camada aqui certo a real explicação para isso um pouco complicado para a gente falar aqui nesse vídeo tudo bem então vamos apenas pensar quando chegando este cromo aqui como nós temos apenas um espaço sobrando aqui nós vamos pegar um elétron e levar ele pra lá pra completar subi camada aqui ok partindo para o próximo elemento aqui que é uma organiza a coisa fica tranquila novamente à final aqui como podemos observar temos aqui seis elétrons além desse argumento que para o cromo e para o manganês nós vamos ter sete elétrons aqueles casos ea configuração eletrônica que para uma galera é algo bem parecido com as configurações eletrônicas que já vimos anteriormente por exemplo 4 assim o 4s 23 de 13 de 23 de 33 de quatro e três de cinco então a gente chega essa configuração aqui 4s 2 e 3 de 5 e esse elétron a mais e que vai ocupar essa posição aqui quatro essa aqui estava faltando anteriormente aqui certo indo agora para o ferro é a mesma coisa só que a gente vai parar aqui no 3 16 então temos aqui o 4s 2 e 3 6 e agora a gente já começa a ter elétrons emparelhado aqui da mesma forma que vimos anteriormente também a mesma coisa vai acontecer com o cobalto 4s 23 17 outro elétrico emparelhado aquino orbital de que o mesmo com nico 4s 23 de 8 tendo o outro elétron emparelhado aqui então até o níquel tudo é muito tranquilo agora quando a gente chega ao cobre novamente nós vamos ter um problema a gente poderia simplesmente pensar que como cobre tem um elétron a mais que o níquel a gente poderia simplesmente emparelha esse elétron é que não é tendo uma configuração eletrônica 4s 23 de 9 mas novamente não é isso que acontece a gente tem um elétron que se movendo desse hospital lá para a última posição e aí nesse caso a gente tem essa configuração aqui igual a 4 é assim e três de dengue tendo novamente esse espaço vago aqui nesse orbital 4s e quando a gente chega 15 a coisa volta ao normal aqui tendo todos os elétrons ocupando esses hospitais tanto 4s quanto 3d aqui e aí a gente pode pensar nessa configuração eletrônica da mesma forma como vimos anteriormente por exemplo aqui tendo orgulho depois o 4 s2 certo depois todos esses orbitais de seja 3 de 13 de 23 de 33 de 43 de 53 de 63 de 73 de 83 de 9 e 3 de 10 conforme temos aqui essa nossa configuração eletrônica eu sei que esse tópico um pouco complicado mas eu espero que esse vídeo tenha clareado um pouco sua mente e te ajudado a entender um pouco mais sobre como funciona essa configuração eletrônica do bloco d