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Transcrição de vídeo

nós vimos nos últimos vídeos que o número quântico do espinho pode ser metade positivo ou metade negativo no caso quando esse número código do espinha metade positivo spin do elétron está apontado para cima e no caso quando o espinha metade negativo spin dos elétrons está apontado para baixo claro é bom relembrar que este espinha que está entre aspas porque não podemos ver realmente um eletro girando em torno do seu próprio eixo apenas fazemos uma pequena associação para entender esse número quântico do espinho aqui pensando nisso então vamos imaginar que um átomo tenha dois elétrons com spin apontado para cima ou seja espírito positivo aqui tem um elétron e o outro elétrico nesse caso que o spin dos dois elétrons a metade positivo uma coisa interessante que é bom relembrar das aulas de física que os elétrons estão em movimento e quando nós temos cargas elétricas em movimento essa carga geral um campo magnético então como esses elétrons aqui estão em movimento eles vão gerar um campo magnético dessa forma podemos dizer que esse elétron em movimento seria o pequeno ímã como no caso cada um desses elétrons e que vai gerar um campo magnético e os dois têm esp metade positivo o campo magnético de cada um deles e vai associar o outro dessa forma teremos um campo magnético total aqui que é a soma do campo magnético de cada um desses dois elétrons e tem agora nós temos spins paralelos dessa forma que nós temos uma situação que chamamos de para magnéticos agora se você tem uma outra situação em que o spink1 elétron está apontado para cima e o spin do outro elétrico está apontado para baixo cada um deles vai formar o campo magnético oposto e dessa forma os campos magnéticos de cada um deles com o celular esse caso é chamado de dia magnético então vamos ver um pouco mais essa definição aqui de pára magnético em dia magnético para a gente entender um pouco melhor essa situação ok então algo é para magnético quando um ou mais elétrons estão desaparelhados por exemplo o elemento aqui com dois elétrons em que esses dois elétricos estão desaparelhados dessa forma nós temos um para magnético mas eu também posso ter apenas um elétron nesse caso aqui esse próprio elenco já está desaparelhada um certo ele mesmo vai gerar o seu próprio campo magnético e nesse caso é que o campo magnético gerado por cada um desses elétrons vão somar um com o outro formando um campo magnético ainda maior esse material também é para magnético quando ele é atraído por um campo magnético externo então pra gente compreender isso daqui vamos analisar o pequeno experimento pra gente saber se o material é para magnético ou não então uma forma da gente descobrir se uma amostra é para magnética ou não seria realizando um pequeno experimento de equilíbrio por exemplo imagine que eu coloque essa mostra que de um lado tudo bem e um pequeno peso para equilibrar aqui do outro lado aqui também eu vou colocar um ímã norte sul já que uma sempre tem dois pólos e aí eu vou trabalhar com esses elementos aqui para saber se essa mostra é para magnético não aqui inicialmente a gente não coloca esse sim mas aqui deixa eles de fora então a gente vai colocar aqui uma haste empresa o eixo de rotação de um lado a gente vai colocar nossa amostra para saber se ela é para magnético ou não e do outro lado vou colocar um peso para manter os dois corpos em equipe e aí sim depois que eu coloquei esses dois corpos em equilíbrio posso voltar aqui e colocar o nosso imã o2 e mais com o lado norte apontado para caiu lado sul apontado pra cá dessa forma geral o campo magnético aqui vindo do norte para o sul ou seja terei esse campo magnético externo aqui como a gente sabe um para magnético vai ser atraído por um campo magnético externo então caso essa mostra que seja para magnética vai ser atraída por esse campo magnético externo vindo aqui para baixo nesse caso fazendo com que essa acha que deixa um pouquinho e que esse outro corpo aqui nesse caso suba que junto com essa arte isso acontece porque esse corpo aqui é um para magnético nesse caso ele foi atraído por esse campo magnético externo fazendo com que ele ganhe um certo peso na verdade vai ser uma força externa ou seja uma força magnética puxando esse corpo aqui para baixo fazendo com que essa situação de equilíbrio que seja desfeita e ele desça e esse outro corpo subir aqui nesse caso então com esse pequeno experimento que dê equilíbrio nós conseguimos saber se um corpo uma mostra vai ser para magnética ou não então agora que já vimos essa definição de para magnético vamos também ver a definição aqui do dia magnético um elemento dia magnético quando todos os elétrons estão emparelhados então por exemplo teria que um elétron com o espinho apontado para cima e o spin do outro elétron estaria apontado para baixo dessa forma cada um deles vai gerar um campo magnético oposto fazendo com que o campo magnético que nesse caso seja anulado e o interessante é que nesse caso que seu realizar o experimento aqui de equilíbrio como eu fiz e que compara magnético ele não vai ser atraído por esse campo magnético externo e aí quando ao aproximar esse material desse campo magnético externo vai ser criado um pequeno campo magnético que o posto fazendo com que esse elemento seja fracamente repelido mas é algo muito imperceptível aqui nesse caso aqui então a definição assim que a gente precisa aguardar mesmo é saber que um dia magnético vai ter os seus elétrons emparelhados aqui dessa forma então agora que a gente já sabe a definição de para magnético e dia magnético será que a gente consegue saber se um elemento é para magnético o dia magnético apenas observando a configuração eletrônica desse elemento bem dá sim então pra gente fazer isso vamos observar que novamente a nossa versão resumida da tabela periódica então o primeiro elemento que nós vamos observar que para saber se ele é um para o dia magnético vai ser o hélio ea configuração eletrônica que do ego como você já viu anteriormente vai ser igual a um s 11 s2 certo então teremos aqui com s2 ou seja 2 elétrons ocupando orbital s no primeiro nível de energia a gente também pode observar essa configuração eletrônica usando aquela notação do hospital então teremos aqui o orbital um s nós teremos dois elétrons emparelhados é que dessa forma um com spin para cima e o outro com o spin para baixo dessa forma chegamos à conclusão que o ego o átomo dinheiro que nesse caso é um dia magnético já que ele tem esses dois elétrons aqui como os pins emparelhados então hélio é um dia a magneti cu vamos observar agora também a configuração eletrônica para o carbono o carbono que nesse caso o s1 eo s2 então estamos aqui com um s dois vamos aqui para o segundo período 2 s 12 s 22 s2 e agora que o sub níveis p não temos 2001 2 p2 que nós temos 2 p2 então essa que seria configuração eletrônica para o carbono utilizando também é que a anotação do orbital não estamos aqui o s2 s e aqui em cima os três por metais 2pi certo então quando a gente for colocar esses elétrons desses orbitais a gente tem que lembrar que temos dos elétrons ocupando orbital essa no primeiro nível de energia fizeram o saque neste caso não estão emparelhados a mesma coisa aqui com orbital s no segundo nível de energia agora quando a gente chega aqui no hospital p a gente tem que lembrar da regra de romã de lembra ea gente não pode emparelhar esses elétrons aqui a gente tem que preencher cada um deles de forma dizem partilhada a gente vai colocar que esses dois elétrons dizem partilhados então primeiro aqui em um segundo aqui então a gente consegue observar que nós temos aqui para o átomo de carbono 2 elétrons aqui dizem partilhados isso faz com que o campo magnético gerado por cada um desses elétrons sejam somados um ao outro certo observou só que chega à conclusão que o carbono é para magnético podemos fazer o mesmo agora também é que com o sódio então a primeira coisa a fazer é realizar configuração eletrônica que para o sódio e neste caso aqui nós temos um s 11 s2 vamos lá colocamos aqui um s2 depois dois assim 12 s 22 s2 e aqui vem toda essa parte desse bloco p não teremos 2001 2002 2003 2004 2005 e 2006 damos aqui do ip6 e finalmente chegamos aqui o nosso terceiro nível de energia então temos aqui ainda 3s um agente pode fazer o mesmo aqui e colocar na notação do orbital então vamos lá nós temos um s e temos aqui dois elétrons emparelhados depois é que dois é s também dois elétrons emparelhados e aqui os orbitais p teremos aqui 2 p e aí temos seis elétrons aqui nesse caso 2 3 4 5 6 e finalmente temos elétron aqui no terceiro nível de energia no hospital s colocamos aqui esse hospital 3s não teremos apenas um elétron aqui então como temos aqui um elétron e esse elétron não está emparelhado o sódio nesse caso o átomo de sódio também é para magnético então agora que já realizamos isso que com o sódio e viu os que olham para magnético será que um íon de sódio também vai ser para magnético bem vamos observar que realizar o mesmo o átomo de sódio normalmente têm o mesmo número de prótons e o mesmo número de elétrons e como vimos aqui esses elétrons estão aqui posicionadas nesses orbitais de forma fazer com que esse sódio seja um para magnético agora o lyon de sódio é um só do que perdeu o elétron e aí nesse caso que ele perdeu esse elétron que está nesse orbital s no terceiro nível de energia então como ele perdeu esse orbital essa que eu seja perdeu esse daqui também todos os elétrons aqui desse um de sódio estão emparelhados aqui dessa forma então nesse caso se um de sódio não vai ser para magnético e 51 dia magnético então essa daqui vai ser a configuração eletrônica para o lyon de sódio e como ele perdeu e celebro nós teremos apenas esses elétrons aqui todos eles emparelhados nos seus níveis de energia certo então nesse caso e onde sódio vai ser um dia magnético esse vídeo aqui serviu pra você perceber que observando apenas as configurações eletrônicas e conhecendo as definições de para e dia magnético nós conseguimos determinar se esse elemento é um para magnético o dia magnético