If you're seeing this message, it means we're having trouble loading external resources on our website.

Se você está atrás de um filtro da Web, certifique-se que os domínios *.kastatic.org e *.kasandbox.org estão desbloqueados.

Conteúdo principal
Tempo atual:0:00Duração total:8:20

Transcrição de vídeo

RKA11E Vamos falar sobre grupos da tabela periódica. Na tabela periódica os grupos são simplesmente as suas colunas. A maneira convencional de identificarmos os grupos é aqui, colocando 1 na primeira coluna, grupo 2 para a segunda, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 grupos da tabela periódica. Esse bloco F que está aqui abaixo, a convenção que nós não os numeramos, e eles estão aqui nestes espaços. E por que separar a tabela periódica em grupos? Uma informação importante é que, em um mesmo grupo da tabela periódica, existem elementos com propriedades muito, muito parecidas, embora existam várias exceções. E o que explica em boa parte isso é que, em uma mesma coluna, os elementos tendem a ter a mesma quantidade de elétrons na camada mais externa, ou seja, na camada de valência. E não podemos esquecer que nós vamos encontrar exceções, especialmente aqui no bloco D, com estes metais de transição. Nós não vamos entrar nesses detalhes agora. Vamos nos manter atentos a alguns grupos sobre os quais você vai ouvir falar bastante. Vamos pensar um pouquinho no grupo 1. Salientando que o hidrogênio é um elemento, um caracter um pouco estranho aqui para esta coluna, porque ele não quer ter oito elementos da última camada, uma vez que ele só tem uma camada e nela só podemos ter dois elétrons, exatamente como tem o hélio. Retirando, então, o hidrogênio da nossa análise do grupo 1, este grupo é chamado de grupo dos metais alcalinos. O hidrogênio não é considerado um metal alcalino. Por que todo mundo desse grupo, claro tirando o hidrogênio, tem similaridades nas reações? Por exemplo, na configuração eletrônica do lítio. Nós vamos encontrar a configuração eletrônica do hélio e acrescentando mais um elétron. Nós vamos ter a configuração do hélio que tem apenas uma camada, mais um elétron da próxima camada, que é a 2s¹. Ele tem apenas um elétron na última chamada. O sódio, fazendo a mesma análise. O sódio tem a mesma configuração do neônio, acrescentando um elétron. Neônio, acrescentando um elétron. O neônio tem a segunda camada completa, assim, nós vamos ter o 3s¹ aqui, como última camada do sódio. O que acontece então com os elementos do grupo 1? É que todos eles têm apenas um elétron na última camada, e eles querem doar esses elétrons. Eles querem muito doar esses elétrons para atingir a regra do octeto. Ou seja, ficar com 8 elétrons da última camada e atingir a estabilidade desejada por todos os átomos. Por isso é muito difícil encontrar estes elementos na natureza sem que eles tenham reagido com alguém. Eles são elementos muito reativos. Esses elementos têm características muito próximas, eles são brilhantes, por exemplo. Vamos olhar para outro grupo. O grupo 2 que nós temos aqui é o grupo do que chamamos de metais alcalinoterrosos. O grupo 2, o grupo dos metais alcalinoterrosos, tem uma característica em comum, que é o fato de terem dois elétrons na camada de valência. E nós já sabemos que é muito mais fácil eles perderem estes dois elétrons do que ganhar em 6 para completar os 8 elétrons da última camada. Eles também são, portanto, bastante reativos. Mas algo interessante acontece quando vamos aqui para o bloco D. Nós já estudamos isso quando vimos a distribuição eletrônica, mas vamos dizer agora que vamos olhar para o escândio, o elemento de número 21. A configuração eletrônica do escândio vai ser a mesma do argônio. Nós vamos completar olhando para o 1º, 2º, 3º, 4º período, logo, 4s². Vamos começar a preencher subnível D, teremos, então, 3d¹. Quantos elétrons há na camada mais externa do escândio? Estamos falando aqui da quarta camada. Temos aqui dois elétrons na última camada, é o que define a reatividade do escândio. Mas nós vamos preenchendo o subnível D, quando estamos olhando aqui para os metais de transição. Vamos encontrar exceções em relação a isso aqui. Vamos agora olhar para outro grupo. V;amos olhar para esse bloco aqui que é o bloco P. Vamos olhar para a configuração eletrônica, por exemplo, do carbono. O carbono vai ter a mesma configuração eletrônica do hélio. Teremos aqui 2s², 2p². Quantos elétrons tem o carbono na camada de valência? São quatro elétrons, certo? 2 + 2. Assim como os outros elementos desse grupo, tem quatro elétrons na camada de valência. O carbono tem um ambiente de ligações semelhante ao do silicone, por exemplo. Nós podemos prosseguir. Por exemplo aqui, o oxigênio e o enxofre. Ambos querem ganhar 2 elétrons para completar os 8 na última camada em que há 6. Vamos olhar para este grupo especial, que é o grupo dos chamados halogênios. Este grupo 17 tem os elementos com 7 elétrons na última camada, ou seja, na camada de valência. Isso significa que eles querem ganhar apenas um elétron para atingir a estabilidade. Portanto, eles são muito reativos. Eles são especialmente reativos com os alcalinos, os metais alcalinos. Por que? Os metais alcalinos têm apenas um elétron na última camada. Eles querem doar este elétron e os halogênios querem recebê-los, Logo, são bastante reativos ambos, e entre eles acontecem muitas reações. E o grupo 18 recebe o nome de gases nobres. Eles têm a propriedade similar de não serem reativos. E por que eles não querem reagir? Porque ele já tem a última camada, ou seja, a camada de valência completa com oito elétrons. Ou no caso do hélio, com 2 elétrons da única camada que ele tem, que é a primeira. Por isso eles são os gases nobres, eles não reagem. Eles não precisam completar a última camada. Até o próximo vídeo!