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Vamos usar a curva pressão-volume Vamos ver como a pós-carga causa alterações aqui está a pressão desenharei duas linhas fiquem de olho nesta primeira linha é a relação da pressão sistólica final com o volume esta outra linha é a relação da pressão diastólica final com o volume algo assim essas duas linhas são muito úteis para desenhar a variação da pressão e volume Temos uma outra linha que é a linha Ea - elasticidade arterial há uma fórmula que ajuda bastante é a pressão sistólica final sobre o volume de ejeção Lembre-se que a elasticidade é sempre pressão sobre volume O ponto vermelho é a pressão na sístole final Este outro ponto vermelho é onde corta o eixo x, no volume É útil porque rapidamente vizualizamos qual seria o volume de ejeção Seria esse volume vou desenhar na curva P-V que seria algo assim projetado É tentador cruzar bem aqui no mesmo ponto da linha lilás, mas lembre-se que temos que avançar um pouco porque não é onde está o volume correto, O volume será um pouco à frente para ser realista desenharei mais para lá mas a primeira linha será aqui para mostrar como seria o desenho mas não é aqui que se cruzam Depois há a contração e a ejeção de sangue para dentro da aorta. este é a curva pressão-volume O desenho seria assim. No alto da curva temos a ejeção. Aqui é por onde o sangue sai do ventrículo esquerdo e vai para a aorta se eu rastreasse esta parte da ejeção você provavelmente lembraria que é onde algo importante está acontecendo. Estou falando especificamente da pós-carga Já definimos a pós-carga Conforme a curva pressão-volume, o que nos reporta à equação de Laplace a pós-carga é basicamente o estresse nas paredes que ocorre durante toda a fase da ejeção o estresse na parede é a pós-carga é o que desenhamos aqui de forma simplificada de acordo com a lei de Laplace que é a pressão vezes raio do ventrículo esquerdo durante a ejeção, dividido pelo dobro da espessura da parede na ejeção. Esta é a fórmula da pós-carga lembre-se que a pós-carga ocorre durante toda a ejeção mas só desenhei uma parte para simplificar porque na verdade não ficamos calculando em vários pontos e geralmente verificamos o valor da pressão no final da sístole porque é obviamente um dos pontos durante a ejeção o momento final da ejeção seria este ponto onde a pressão é a sístole final geralmente usamos esse valor como marcador para verificar pós-carga Sabemos que a pressão e a pós-carga estão intimamente associadas Podemos verificar isso na fórmula usamos a pressão sistólica final como marcador Farei uma pergunta: o que aconteceria se aumentássemos este número? Se a pressão na sístole final aumentar, o que aconteceria? no gráfico ficaria algo assim com um valor mais alto esta é a nova pressão na sístole final representarei por "p linha" esta é a nova pressão na sístole final O que mais seria alterado? Vamos descobrir. Primeiramente vamos considerar que esta linha vai decair se a pressão sobe o volume de ejeção decai o volume de ejeção será um pouco menor Lembre que temos uma fórmula vou escrever aqui para ser visualizada A fórmula diz que a elasticidade arterial é igual a a pressão na sístole final dividida pelo volume de ejeção tudo isso é igual a taxa cardíaca vezes a resistência Neste caso onde eu aumentei esse número vou diminuir esse valor o que fiz foi alterar a inclinação sei que a elasticidade irá mudar e a forma de conseguir isso seria aumentar a taxa cardíaca ou aumentar a resistência desde já tenho dados interessantes sobre como isso acontece Posso perguntar: a taxa cardíaca subiu ou os vasos sanguíneos se contraíram? Porque um dos dois deve acontecer para provocar o aumento da pós-carga que vou desenhar aqui Seguindo a mesma lógica o mesmo acontece nesta nova pressão sistólica final sei que no desenho o ponto que corta o eixo do volume é o mesmo. posso fazer a extensão para o outro lado também posso dizer o mesmo é o que aconteceria gostaria de destacar que há uma diferença entre a Ea e a pós-carga vamos conhecer quando falo sobre pós-carga quero lembrar que, de fato, estamos falando de toda a linha que é toda essa área ou parte da curva que irei redesenhar aqui. Seria assim Tudo isso aqui é a pós-carga que simplificamos no esquema A simplificação até ficar apenas a pressão na sístole final mas na realidade a pós-carga é mais do que apenas um ponto usamos como marcador para saber como está a pós-carga nos outros pontos podemos ver claramente que a pós-carga elevou em todos os pontos até no último, que é a sistolica final a nova curva, que desenharei será assim esta linha azul significa que está estável a nova linha será assim vai se elevar assim esta é a nova linha o gráfico da pressão e volume muda observe que se a pós-carga é a pressão sistólica final e que usamos como marcador vou destacar aqui para lembrar que isso não é pós-carga porque sabemos que a definição de pós-carga é muito mais que isso a Ea inclui uma parte dela É a pressão sistólica final mas inclui também o volume de ejeção Um deles é a pressão sobre o volume e o outro é apenas a pressão e se lembrarmos das várias coisas que afetam a pressão sistólica final, tais como a contratilidade e a pré-carga muitos fatores afetam a pós-carga mas são poucas que afetam a Ea Se houver alteração na Ea, será por causa de alteração da taxa cardíaca ou da resistência quando você decompõe a fórmula a ser lembrada é esta que te dará a resposta correta se você está pesquisando a pós-carga é tudo que afeta a pós-carga inclusive a pré-carga e a contratilidade porque tudo isso pode afetar a direção porque altera o volume de ejeção mas quando se trata da elasticidade as únicas coisas que irão mudar é a elasticidade geral algo como a taxa cardíaca ou resistência é fácil de entender olhando na fórmula mas muitas pessoas confundem a elasticidade arterial com a pós-carga elas acham que é a mesma coisa é verdade que estão bem associadas, mas não são a mesma coisa Por fim, neste caso aumentamos a elasticidade arterial elevando tanto a taxa cardíaca como a resistência. Mas poderíamos diminuir a resistência da taxa cardíaca e ter uma elasticidade arterial menor. Legenda: patriciakawase@gmail.com.