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Contratilidade Ea e efeitos da pré-carga em caixas PV

Transcrição de vídeo

Nós trabalhamos muito duro para entender alças PV. Agora eu quero mostrar como as alças PV - e mais especificamente, caixas PV - podem ser úteis para entender o que está acontecendo no nosso coração. Esses serão 3 diagramas. Vamos escrever 3 diagramas. E em todos os três, nós veremos como caixas PV mudam de forma se a gente mexer uma de três coisas. Então a primeira coisa que podemos alterar é a contratilidade. A segunda coisa é a elastância arterial. Às vezes chamamos apenas de EA. E a terceira coisa que podemos mexer para alterar nossa caixa PV é pré-carga. Então essas serão as três formas que nós podemos na verdade alterar a aparência da caixa. Eu quero te mostrar exatamente o que vai acontecer se a gente mudar isso. Vamos fazer a contratilidade primeiro. Vamos ver como a contratilidade pode mudar nossa caixa PV. E, para começar, eu quero mostrar o que eu acho dessas coisas. Estou desenhando um pequeno bloco de cimento aqui. E esse bloco de cimento serve para me lembrar que a linha ESPVR - lembre-se, essa relação pressão volume sistólica final será fixa em termos do volume no qual chega no final. E a razão disso é que sabemos que existe um certo volume mínimo que precisamos para obter pressão em nosso ventrículo esquerdo. E isso não vai se alterar. Portanto eu penso nessa linha como sendo fixa. E então, há uma segunda linha. Digamos que eu a desenhe bem aqui. Essa é minha linha de elastância aterial. E no fim dessa linha - ao invés de apenas deixá-la atingir a linha de base, eu na verdade vou te mostrar o que acho disso. E penso nisso como tendo uma roda. Uma rodinha. E a razão para desenhar uma roda é para mostrar que, se eu quisesse movê-la, eu poderia. Nesse caso específico, nós não vamos importunar a roda. Não vamos movê-la. Vamos apenas mudar a contratilidade. Apenas tente pensar sobre o que uma alteração na contratilidade significa exatamente. Bem, o que isso vai fazer é isso vai girar - - vou escrever isso aqui - girar a linha ESPVR. Isso vai causar mudanças na linha ESPVR. Vamos agora desenhar isso. Digamos que de fato aumentamos - então vou fazer o acréscimo primeiro. Bem, talvez, mesmo antes de fazer isso, vamos de fato desenhar como a alça pressão volume se parece para começo de conversa. Eu só tenho que pegar as duas pontas. Essas serão as duas pontas. E eu vou desenhar uma caixa que liga as duas pontas, certo? Essas são as duas pontas da minha caixa. Na verdade mais parece um retângulo que um quadrado, mas tudo bem. Nós chamamos de "caixas" apesar de às vezes serem retângulos. E a altura do retângulo é a pressão sistólica final. Essa altura é o volume sistólico final. E a largura da minha caixa é o volume sistólico. Então o volume sistólico é o quão largo ele é, e a pressão sistólica final é o quão alto ele é. Então o que vai acontecer se de fato agora eu aumentar - - vamos começar com acréscimo - minha contratilidade? aumentar a contratilidade significa que eu giro para esse lado. E eu vou colocar um sinal de mais que significa acréscimo. E eu devo começar naquele bloco de concreto que eu disse que ele está sempre fixo. Ele não vai se mover. Eu meio que o desenhei. Então essa é minha nova linha. E para desenhar a caixa, eu devo apenas dizer, bem, onde que ela cruza a linha EA - - a linha de elastância arterial? Ela cruza nesse ponto azul. A outra ponta vai ter o mesmo ponto que minha roda, certo? Eu apenas preciso desenhar uma linha vertical para baixo e uma linha horizontal ao longo, e tenho minha caixa. Aqui está minha caixa. É um pouco maior que minha caixa verde. E está aumentada tanto na largura quando na altura, certo? Então agora é mais alta e mais larga. E isso significa que meu volume sistólico subiu porque essa é minha largura. Isso subiu. E também, minha pressão sistólica final subiu, certo? Então esse comprimento é maior. Tanto a pressão sistólica final quanto o volume sistólico subiram só aumentando a contratilidade. Isso é bom e fácil de lembrar. Só imagine aquela linha girando. E se eu quisesse saber o que acontece se eu diminuir a contratilidade, eu poderia apenas desenhar uma terceira linha. Isso seria uma redução na contratilidade porque está girando para baixo. E agora, eu desenhei um novo ponto onde a linha vermelha e a linha roxa se cruzam. E eu desenhei uma caixa de lá - assim como antes - para minha roda, que está bem aqui. E eu digo, bem, uau! Agora minha caixa está menor. Então o volume de trabalho sistólico ou área na minha caixa diminuiu, e ambas as dimensões da minha caixa diminuíram. De novo, a pressão sistólica final, Não vou escrever isso - bem, acho que posso escrever aqui. Agora isso é menor que o valor em verde. E o volume sistólico é de fato menor. Isso é menor do que era também. Então ambos o volume sistólico e a pressão sistólica final caíram. Essas são as mudanças perceptíveis com mudanças na contratilidade. E lembre-se, tudo volta ao giro da linha ESPVR. Aumentando ou diminuindo a contratilidade, o que você está fazendo é aumentando ou diminuindo o tamanho da caixa. Vamos agora à elastância arterial. Acho que o primeiro exemplo é bem fácil. Acho que você já sacou. Vamos ao segundo exemplo, e eu vou desenhar do mesmo jeito com um pequeno bloco de cimento aqui e uma linha saindo dele. Digamos que a linha é algo assim. Estou tentando desenhá-la muito parecida com a primeira vez mas provavelmente não idêntica, eu acho. Vou desenhar uma linha EA roxa saindo desse jeito com uma pequena roda embaixo. E novamente, eu não vou mover a roda, mas eu quero que você sempre lembre que poderia ser movida, se a gente quisesse. Mas nesse caso, não vamos movê-la. Ao invés disso, o que a gente vai fazer é mudar a elastância arterial. E o que ela faz é girar - da mesma forma que a outra girava, essa também gira - essa gira... essa gira a linha de elastância arterial. Então agora, ao invés de girar a linha amarela, nós vamos girar a linha roxa. Deixa eu começar desenhando minha primeira caixa, meio nossa caixa padrão, apenas como referência, certo? Você precisa disso só para ver como as coisas mudam. Você precisa saber como as coisas começaram. Então essa é minha caixa PV inicial. E se eu fosse girar as coisas, digamos que eu aumentei a elastância arterial. As duas formas que eu poderia fazer isso, lembre-se, são aumentar a frequência cardíaca ou aumentar a resistência. Agora, se eu aumentei assim, então minha nova linha seria algo assim. Digamos que essa seja minha nova linha. Lembre-sem ainda há uma roda aqui embaixo. Então essa é minha nova linha. E como seria minha caixa? A linha azul e a linha amarela se cruzam bem aqui. Então eu devo desenhar minha caixa usando isso como meu exemplo, e eu poderia fazer isso. Essa é minha nova caixa. E agora, se eu fosse sombrear a nova área, essa meio que seria a área incrementada. Mas também tem uma certa diminuição, certo? Eu também perdi um pouco de volume sistólico desse lado. Eu só queria mostrar isso. Então perdemos mesmo um pouco de volume sistólico, mas ganhamos um pouco de pressão sistólica final. Então, se eu fosse escrever as novas variáveis, podemos ver que o volume sistólico é um pouco menor que costumava ser, mas a pressão sistólica final subiu. Então isso é diferente do primeiro exemplo. No primeiro exemplo, a caixa inteira, basicamente ficou maior ou menor pelo acréscimo ou decréscimo da contratilidade. Mas agora, vemos que uma dimensão sobe - nesse caso, a pressão subiu - mas a outra dimensão caiu. Era o volume sistólico. E se eu fosse de fato mudá-lo para outro lado - digamos que eu meio que mudei as coisas para cá - agora minha linha gira nesse sentido, e a elastância arterial é menor. Agora minha nova caixa fará o oposto. O volume sistólico de fato aumenta. E eu poderia finalizar essa caixa assim e assim. Agora meu volume sistólico aumenta porque olha para esse enorme volume sistólico bem aqui, certo? Esse é o maior volume sistólico até agora, mas a pressão sistólica final diminuiu. Isso é mesmo menor que a caixa original verde ou a caixa azul. Aqui, é de fato um pouco diferente. Quando giramos a linha de elastância arterial - - o que estamos fazendo - podemos de fato ver que agora estamos fazendo uma troca. Por um lado, podemos aumentar a pressão se estivermos dispostos a ter um menor volume sistólico. Ou podemos fazer o contrário. Podemos realmente diminuir a pressão e obter um maior volume sistólico. Então isso é de fato um pouco diferente do que o que estava acontecendo no primeiro exemplo. Agora, vamos ao nosso terceiro exemplo e veremos como a caixa de volume de pressão mudará com a pré-carga. Então aqui eu vou começar da mesma forma que antes, desenhando meu bloco de cimento só para me lembrar que essa linha ESPVR nunca se altera na verdade. Ela sempre se mantém em um ponto, apesar de sabermos que ela pode girar. Ela não rola. Eu vou finalmente dar um exemplo do que rolar faria. Então digamos que temos nossa linha EA com uma rodinha aqui. O que a pré-carga faz é rolar. Na verdade deixa eu mudar a cor lá porque essa cor está meio esquisita. Vamos fazer isso. Ele rola a linha EA. Portanto isso é diferente do que estava acontecendo com o giro da linha EA. Então quando eu rolo, o que eu quero dizer, - vou mostrar em um segundo - vai de fato mover a linha inteira. Então essa é minha caixa PV inicial, certo? Algo assim. E se agora eu decidir que eu quero aumentar - vamos começar com um acréscimo na pré-carga - então eu iria mover as coisas nesse sentido. Vamos desenhar um sinal de mais aqui. Agora, minha linha nova. Digamos que está aqui. Vou desenhar isso o melhor que puder para ter certeza que vou manter a mesma inclinação porque a inclinação não muda. E essa é minha nova linha. E na verdade, eu provavelmente deveria - bem, sim. Talvez eu deveria fazer isso de uma cor diferente só para deixar tudo muito claro porque eu não gosto de ter duas linhas roxas. Fica muito parecido. Então essa seria minha nova linha azul. E eu também posso fazer o contrário e mover. E de fato, isso causaria um decréscimo na pré-carga, e ficaria assim. Então você pode ver que, basicamente, o que acontece é que a linha se move. Toda a linha se move, mas a inclinação se mantém igual. Isso é o que eu quero dizer quando uso a expressão "rolando" a linha. Vamos desenhar nossa caixa para ver como ela fica. Então seu eu aumentar a pré-carga, minha nova caixa basicamente ficará muito maior. Então minha nova caixa é uma área maior que minha caixa verde. Você pode ver que é muito, muito maior. Apesar de haver uma pequena fatia de verde do lado esquerdo, vou mostrar que temos que pelo menos identificar. Temos esse pedaço bem aqui, que foi perdido, certo? Esse pedacinho. Mas, de um modo geral, ganhamos muito mais do que perdemos. Então a caixa azul é definitivamente maior De fato não é só maior em volume sistólico, isso é definitivamente maior, mas também é maior em pressão sistólica. Ambas subiram. Uma pré-carga maior - não é que aconteceria para sempre, mas dentro de certos limites - ela basicamente aumenta o volume sistólico e aumenta a pressão. E a recíproca é verdadeira. Então diminuindo a pré-carga, teremos uma caixa menor. Portanto, basicamente, essa é minha caixa pequena aqui. Essa caixa eu vou desenhar para você. Talvez eu pinte a coisa toda assim você pode ver a área da caixa pequena. Essa caixa vermelha é obviamente muito menor que a caixa verde costumava ser. Então o volume sistólico caiu aqui. Ficou menor. E a pressão sistólica final também caiu. O que acontece com a pré-carga, é na verdade, de certa forma, meio parecido com o que aconteceu com a contratilidade. Basicamente, quando diminuímos a pré-carga, a caixa toda fica menor, e ambas as dimensões da caixa ficam menores. E quando a pré-carga sobe, acontece o oposto. Ambas as dimensões, volume sistólico e pressão sistólica final sobem. E a caixa toda, por sua vez, aumenta. Isso é bem diferente do que aconteceu no exemplo do meio com a elastância aterial, que era mais uma troca em as duas. Em um caso, tínhamos um volume sistólico maior. No outro caso, tínhamos uma pressão sistólica final maior. Então assim podemos juntar as coisas. Pense apenas em duas linhas. É mesmo bem simples. Uma delas é fixa. A outra, rola. E então podemos desenhar nossa caixa facilmente. E ver quais seriam as diferenças. [LEGENDADO POR GABRIELA MORITZ]