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Acho que deu entender muito bem como pequenos íons, aminoácidos, glicose e até água podem extravazar através destas fenestrações e entrar neste espaço aqui. Lembre que aqui é o espaço de Bowman. Eles chegam até o espaço de Bowman, onde podem ser processados pelo resto do néfron. Este é o espaço de Bowman e nós temos podócitos que abraçam as arteríolas aqui, segurando as células endoteliais. Nós temos aqui a membrana basal glomerular que evita que proteínas gigantes dos glóbulos vermelhos e brancos vazem através deste sistema. Temos estas células tubulares que recobrem o outro lado, elas são células epiteliais, pertencem à classificação de células epiteliais. Excelente. Agora, a última coisa que quero chamar a atenção é sobre o que acontece quando essa artéria entra na estrutura e depois sai dela como uma artéria novamente. Isso é um pouco estranho, porque nós aprendemos que uma arteríola vai se tornar um capilar e depois este formará uma vênula. Uma maneira de pensar sobre isto é como se fosse uma maratona onde há várias pessoas correndo na mesma rua do ponto A para o ponto B e essa rua pode ser estreita ou larga. Vamos fazer uma tabela pra pensar nisso. O que aconteceria se olhássemos para nossas arteríolas aferentes ou eferentes, e nós mudássemos o diâmetro do vaso. O que isso tem a ver a com a taxa de filtração? Vamos escrever filtração aqui. Como o diâmetro de nossos vasos modifica a taxa de filtração? Se aumentamos o diâmetro da artéria aferente, ou se nós temos um caminho muito largo que permite que vários maratonistas correrem para o glomérulo, o que significa que haverá um monte de sangue aqui, o que inclui todos os íons, e aminoácidos e glicose, além das células sanguíneas e suas proteínas gigantes já citadas antes. Haverá um monte de coisas aqui. Se haverá um monte de coisas correndo por estas janelas, você terá muito extravazamento. Consequentemente haverá um monte de filtração. Mais filtração ocorre se existir mais pessoas ou mais maratonistas correndo para o o espaço bem aqui, então mais filtração. E se fizermos isso com a arteríola eferente? Se aumentamos o diâmetro da arteríola eferente, então há espaço para mais maratonistas para fugir dessa rua muito estreita, onde muitas pessoas podem escapar pelas calçadas, dentro destes buracos e irem para outros lugares. Se nós aumentamos o diâmetro da nossa artéria eferente e permitimos que as pessoas saiam, elas não ficarão por aqui por muito tempo, elas não ficarão perto destas fendas. Isto significa que nossa taxa de filtração irá diminuir, porque o sangue está fugindo do lugar onde poderia ser filtrado. A mesma coisa ocorrerá se nós diminuirmos o diâmetro da nossa artéria aferente. Se diminuirmos a quantidade de maratonistas ou sangue que vai entrar no glomérulo, isto significa que haverá menos fluido filtrado, então teremos uma baixa taxa de filtração. Isto é o que ocorre na estenose da artéria renal. Se nós temos um vaso muito estreito ou estenosado - que é o que estenose significa - estreitamento - da artéria renal, significa que haverá menos sangue fluindo em direção à nosso arteríola aferente. Haverá menos sangue que passa pelas nossas fenestrações. Por outro lado, se nós diminuirmos o diâmetro da nossa artéria eferente, que dificulta para nossos corredores deixarem esta artéria fenestrada então haverá um entupimento, e um monte de íons e aminoácidos e glicose parados aqui perto destes buracos. Se o sangue acumula, isto significa o mesmo para estes caras, então eles vão ser filtrados através destes buracos e recolhidos pelo espaço de Bowman, então nossa taxa de filtração vai aumentar porque haverá um monte de acúmulo que permite mais tempo para filtração. Se você estiver interessado sobre doenças dos rins verá depois que existem muitas coisas que modificam este sistema que mexe com a artéria aferente ou com a artéria eferente, mais ou menos como eu falei sobre a estenose da artéria renal. Eu quero que você pense no que pode dar errado com este processo e como as coisas podem mudar, é a melhor maneira de aprender sobre isto. Assim é como nosso glomérulo funciona. Vamos para a próxima parte do nosso néfron. Legendado por [Marcelo Granado] Revisado por [Claudia Alves]