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Dioptrias, aberrações e o olho humano

Transcrição de vídeo

aqui tem uma coisa curiosa se eu dissesse pra vocês pegarem qual dessas lentes vocês acham que é mais poderosa a lente com um foco um pouco mais dessa focar um pouco menor ou além de uma distância focal um pouco é um pouco maior qual das duas vocês pegariam pra ser além de mais poderosa bom isso parece ser um pouco assim sem sentido mas além de que é mais poderosa a gente puder chamar assim é a lente com uma distância focal menor porque vamos começar a mostrar os raios paralelos são raios paralelos na tela ok então os raios paralelo chegando na lente então se o nosso foco é esse o nosso foco está aqui nesse caso esses raios vão ser desviadas e vão fazer isso daqui saíram desviados e fazer esse caminho aqui formando uma imagem formando uma imagem não como esse merece outro mas acho que deu pra entender só que agora nesse caso com uma distância focal maior mais distante do centro da lente meus raios quase não vão sofrer alterações também na televisão sofrer alterações só que eles mudam o seu curso a direcção de uma maneira muito menor do que eles tinham mudado aqui em cima então imagine que agora esse meu foco vapor o infinito para a direita o infinito na direita então esses meus raios cada vez mais e cada vez mais iriam ficar paralelos até chegar a um ponto em que eles não sofreram nenhuma alteração e isso é uma maneira legal de pensar por que então essa primeira lente é mais forte do que a segunda lente mas na verdade os oftalmologistas e médicos que estudam os olhos ea as lentes ópticas e até físicos etc gostam de utilizar uma unidade que é chamada de odeleite mas antes show só conceito isso daqui te botar aqui o menor foco o menor distância focal então menor efe é além de mais poderosa então é a lente mais mais poderosa a erosão ok então agora os médicos oftalmologistas principalmente gostam de utilizar uma em uma uma uma espécie de convenção para poder de lente que é o seguinte poder de uma lente então o bê de uma lente eu estou usando um nome bem genérico tá enorme poder de frente não é não não é utilizado mas não vamos lá o poder de uma lente poder de uma lente é igual a o inverso da distância focal ou seja 1 sobre o foco e se você estiver utilizando o sii o sistema nacional de unidades isso aqui vai ficar igual a 1 sobre o metro que recebe um nome muito específico chamado de de obter ia ou de de optometria de o trilha que um de então se você já foi um médico por acaso o oftalmologista pediu uma receita para um novo óculos que você está usando um óculos nesse caso vocês vão ver que na receita lente possui um número de diogo teria que é justamente a força daquela leite então vamos supor que eu pegasse aqui vamos supor que eu pegasse aqui nesse caso de mel efe fosse 0,1 metro o melhor 10 centímetros 10 centímetros 10 centímetros nesse caso não teria que converter para metros e que seja igual a 0,1 metro e 1 / 0,1 vai me dar uma distância focal vai pra mim não adianta ter a desculpa de 10 diretoria estão 10 de obter dias e nesse caso porque a nossa distância focal fosse 50 centímetros por 50 centímetros então nesse caso nós teríamos 0,5 metros e um sobre 0,5 vai dar 2 então duas dioptrias e é por isso que essa lente aqui de cima essa lente aqui de cima é mais forte do que mais poderosa do que essa lente aqui de baixo e agora é quando disse que todos os raios paralelos vão ser retratados e desviados para o estado focar o ponto do foco eu estava de certa forma mentindo se não é muito verdade porque existe uma coisa chamada aberração esférica então num caso ideal num caso ideal as dos meus raios para uns vão passar por um único ponto que é o foco passa por um único ponto que é o foco é fazer sim seria fazer sim esse é fazer aqui então aqui seria o meu foco é o foco mas no caso de uma lente com a aberração esférica com a aberração esférica aberração esférica os raios vão ser desviadas só que esses que estavam vindo incêndio incidindo mais aqui em cima os aparelhos mais aqui disse valente vamos sofrer uma maior mudança na direção do que os raios que estavam chegando mais próximos do casal estava chegando mais próximos ao centro então como consequência eu tenho dois focos diferentes e como resultado como resultado eu tenho um certo um certo blur aqui uma espécie de ficar um pouco embaçada a imagem porque nessa distância toda eu estarei formando uma imagem e não num só ponto que seria a situação perfeita então nesse caso aqui eu tenho aberração espere que isso é um problema dependendo da situação que você estiver precisando de uma lente precisa e isso pode ser um problema mas existe também outra aberração que é chamada de aberração aberração aberração cromática aberração cromática como o nome sugere é uma aberração relacionada à cor da luz quem tem telescópios o gosto de ver estrelas você se você tiver um telescópio é refrator se eu não me engano ao infrator é eles sofrem muito com uma aberração cromática então você consegue ver a bênção cromática acontecendo então o que acontece na habitação cromática é que por exemplo o raio de luz vermelha o raio de luz vermelho eu porque está ficando embaixo da baiana que pode fazer no lado então o raio de luz vermelho vai sofrer mudança na direção do seu sentido só que ele vai um pouco mais longe digamos que vai um pouco mais longe vai até aqui vai ser o ponto focal o o o ponto do foco desses raios vermelhos que incentivam paralelos só que o ponto ambos azul no caso a luz azul vai incidir e vai ser desviada para um ponto mais próximo do centro da lente que no caso vai ser um outro foco por exemplo é filhinho que neste caso coincide com o sf roxo e nesse caso nós vamos ter uma aberração cromática que vão ter vários focos diferentes surgindo para cada frequência de onda de luz agora uma estrutura óptica bem bacana é o olho humano sem dúvida é uma poderosa máquina nós temos logo na frente do olho mas uma lente chamado a primeira lente chamada córnea que a primeira lente que vai fazer a refração dos raios de luz que vai fazer eles mudarem de direção e se focalizarem atrás na retina e logo depois da córnea tem uma outra lente que é o cristalino que é uma lente que pode se moldar então por meio desses músculos ciliares dependendo do que a gente estiver olhando observando esses músculos vão poder se contrair se distender e isso vai poder moldar o nosso foco facilitando nosso foco então os raios de luz vão entrar nessas lentes e vão ser focalizados em um ponto atrás do nosso olho numa parede nosso olho que fica onde é chamada retina que contém várias células que interpretam a informação luminosa e transformam ela em uma informação é que nosso cérebro possa interpretar como uma imagem tão bons porque a gente esteja olhando para uma árvore desenhar uma árvore aqui por exemplo uma árvore aqui uma coisa interessante que até um pouco contraditória é que por serem o que está lindo e acordem ambos lentes conversas a imagem é real ou seja a gente está olhando para a árvore que fica vamos supor botar marback árvore de cabeça pra cima normal como a gente espera ver uma árvore só que no nosso olho esses raios entram e a imagem formada é formada real de cabeça para baixo então o nervo óptico leva essa informação para o nosso cérebro e ele vira essa imagem pra ela ficar igual ao que a gente enxerga por exemplo e por isso que a gente vê as coisas coisas pra cima e não cabeça pra baixo embora as imagens sejam formadas de cabeça para baixo mas agora vão falar sobre o problema e óptico que é muito interessante de saber que vocês devem conhecer dois deles você deve quase certeza conhece alguém que sofra com eles que a rpm tropia ea miopia mas eu vou começar falando sobre a hipermetropia hipermetropia se eu tiver por exemplo um objeto distante uns poucos árvore está distante os raios de luz vão chegar paralelos à lente chegar paralelos à lente vou fazer dois aqui e eles a imagem formada ou seja o foco desses raios vai ser atrás da retina vai ser atrás da gente nós vamos supor que seja aqui então na hipermetropia pelo foco ficar atrás da retina as pessoas têm dificuldade de enxergar de perto mas consegue enxergar de longe então isso é a hipermetropia e ipê metropia e hipermetropia e pra corrigir a hipermetropia a gente precisa voltar a fazer alguma maneira fazer com que esses raios se focalizem na retina então o que a gente tem que fazer é diminuir essa distância focal e pra isso como os raios estão é muito separado eles são pouco retratados por exemplo existe um ângulo pequeno aqui a gente precisa enganar o nosso olho de certa forma enganar o nosso olho como uma lente convergente pra fazer os novos raios entrar em entrar em paralelos e ser focalizados em um ponto anterior àquele em que eles eram focalizados que no caso seria esse ponto ótimo que seria retirada então na hipermetropia a gente utiliza uma lente uma lente convergente e agora na miopia que é o segundo problema da miopia de apagar tudo que eu fiz aqui os raios para eu posso deixar na miopia os raios entram paralelos mas por alguma má formação pode ser nossas lentes o olho esses raios acabam tendo o foco antes um foco antes da retina que eu fiz bem exagerado mas aqui seria o foco por exemplo muito antes da retina e na miopia está aqui a miopia na miopia as pessoas têm dificuldade para enxergar de longe e facilidade para enxergar de perto então é muito comum você ver alguém que usa óculos para corrigir a miopia lendo um livro sem óculos por exemplo simplesmente por não necessitar aquele óculos ou se tiver um caso muito avançado grau muito alto com diego teria muito alta então a pessoa teria que usar um óculos também mas então para corrigir esse erro para corrigir a miopia a gente precisa fazer com que esse ponto aqui em que acontece o foco seja levado mais para trás até chegar na retina e pra isso a gente vai utilizar uma lente para isso a gente vai utilizar uma lente uma lente é divergente uma lente divergente porque na lente divergente esse ângulo em que os raios foram é alterado seu percurso original digamos vai ser vai vai acabar ficando menor e esse foco vai ser levado até a retina então o nosso novo foco os raios ficariam assim porque a gente enganou no olho com uma lente divergente