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Transcrição de vídeo

digamos que eu tenho uma espécie de livro aqui então aí está o meu livro vou escrever um livro vou desenhar o livro todo então o meu livro inteiro é bem assim e daí eu tenho um espelho aqui então esse é o espelho mas só estamos olhando para o espelho aqui bom eu posso fazer um trabalho melhor do que isso com uma linha reta portanto aquilo é um espelho agora o que eu quero fazer é escolher e realmente estou escolhendo um ponto arbitrário nesse livro nós sabemos que uma luz está brilhando piou existe uma luz a luz vindo nesse livro talvez vocês saibam eu ainda não contei a vocês sobre a fonte de luz mas estamos supondo que o livro irá refletir a luz de modo difuso como qualquer outro livro este não é um livro brilhante e portanto qualquer ponto nesse livro podemos escolher qualquer ponto arbitrário nesse livro qualquer ponto vai ficar emitindo luz em diversas direções então o que eu vou fazer é escolher dois raios de luz que estão sendo emitidos desse ponto do livro serão mais do que dois mas isso vai nos ajudar a compreender o que está ocorrendo então vou escolher um raio de luz que atuei assim obviamente não é curvado assim então ele incide desse jeito e atinge o espelho e um ângulo incidente é igual ao ângulo refletindo portanto vai refletir com o mesmo ângulo exatamente assim agora vou escolher outro ponto que está surgindo de forma radial daquele mesmo raio ou de outro como aquele o ângulo incidente será maior e então terá um ano refletindo maior exatamente igual a esse e agora vamos pensar que o observador alguém cujo globo ocular esteja bem aqui então vamos apenas dizer que o globo ocular de uma pessoa está bem aqui daí vamos pensar sobre o que essa pessoa vou desenhar a sobrancelha só para que você tenha uma ideia geral vamos pensar no que essa pessoa vai realmente ver agora seus olhos e lembre se que toda a realidade apenas uma grande simulação ocorrendo em nossos cérebros agora os olhos dessa pessoa verão esses dois raios de luz convergindo a partir de um ponto comum se você olhar se directamente para o livro para isso um instante eu vou dar outro exemplo rapidinho se alguém fosse olhar para qualquer objeto arbitrário digamos que seja um tipo de vamos apenas dizer que há uma laranja ele ignora em tudo que está à esquerda se eu fosse olhar para uma laranja sem espelhos nada nenhum reflexo outra coisa se eu fosse olhar para aquela laranja à luz daquele ponto estaria divergindo de forma radial estaria divergindo para o exterior de forma radial esse meu olho está bem ali o senhor está bem ali o meu cérebro diz certo eu tenho esses raios de luz divergindo a partir de um único ponto isso vai simular ou mostrar aquele ponto sobre a laranja no meu cérebro agora o mesmo vai acontecer aqui embora os raios de luz não estejam divergindo daquele ponto aqui o seu cérebro dirá certo eu tenho duas coisas que estão surgindo de algo que se parece com um ponto aqui isso vai realmente só estrapolar para trás dessas linhas portanto vai pegar aquele raio verde e vai dizer bem isso deve estar vindo de um ponto lá fora e vai pegar aquele raio magenta e dizer e isso deve estar vindo de um ponto lá fora sempre que vocês sabem que mesmo quando os seus olhos só estão chegando esses dois raios de luz eles não sabem o que está ocorrendo aqui eles só respondem bem eles estão apenas convergindo de algum ponto então na realidade dessa pessoa ou na minha realidade eu acho que não existe nada laranja ali da mesma forma eu vejo esses dois raios de luz divergindo de algum ponto comum vou extrapolar para descobrir ou meu cérebro vai tentar descobrir onde aquele ponto se localiza no espaço tridimensional e responde veja parece que esses dois raios estão vindo de um ponto aqui atrás agora a realidade é que não existe nenhum aqui atrás é somente não existe nada estamos supondo que não existe nada atrás do espelho mas para esse observador parece que a luz está sendo emitida atrás do observador e por isso o que a pessoa veria de fato seria algo assim a pessoa na verdade enxergaria algo assim e isso provavelmente não é muito diferente de nenhuma de suas experiências todos nós olhamos para espelhos no mesmo e lembre se de que esse lado é o lado esquerdo do livro perdão esse é o lado direito do livro é o lado que apresenta parte curvada db então vai aparecer assim então o que esse observador enxerga é uma imagem que se parece com isso isso é o que as pessoas chamam de imagem no espelho é invertida o lado esquerdo e direito estão trocados e vocês podem pensar sobre por que isso é assim eu posso desenhar outro raio aqui para deixar claro se esse raio está incidindo dessa forma ele irá agora refletir e voltar assim para este observador ele veio daquele ponto ben ali portanto ele enxerga a versão invertida do livro agora o motivo pelo qual eu desenhe este aqui foi primeiro para fazer você se sente mais confortável com a idéia de uma imagem virtual isso aqui é uma imagem virtual e no próximo vídeo nós vamos compará la a uma imagem real e de certa forma uma imagem virtual é mais intuitiva pois nós temos muita experiência com isso quando pensamos sobre espelhos ou superfícies refletidas então isso é uma imagem virtual nós a denominamos imagem virtual pois ela não está no que poderíamos entender como o mundo real o livro realmente não está ali está virtualmente ali não existe um espaço físico efetivo ou não sabemos se existe um espaço físico por trás da imagem nosso cérebro apenas usa as luzes divergentes e é criado um modelo dentro do nosso cérebro ou algo assim e responde aquele livro existe ali mesmo que a fonte de luz esteja aqui agora eu só vou desenhar outro diagrama este é mais normalmente vocês não teriam diagramas que apresentam esse tipo de perspectiva mas só para dar uma idéia da mesma coisa e só para vocês se familiarizarem com alguns desses diagramas quando nós estudamos espelhos e lentes nós podemos imaginar digamos que isso é o solo e isso é um espelho e digamos que isso é isso é na verdade poderia ser algo posicionado na frente do espelho embora as pessoas normalmente desenhasse uma seta para demonstrar um objeto arbitrário nem vamos pensar vamos apenas dizer que temos uma seta na frente do espelho só para vocês se acostumarem com essa observação agora isso é uma seta física um objeto não é um raio de luz agora vamos pensar sobre qual é a imagem dessa certa vamos supor que essa seta tivesse olhos na verdade é uma pessoa então essa certa tinha olhos o que essa certa enxergaria bem vamos apenas escolher um ponto arbitrário nessa certa você poderia usar qualquer ponto nesse objeto pois todos os pontos estarão refletindo a luz de forma difusa portanto eu vou pegar um ponto que está vindo diretamente do espelho um raio de luz que incide diretamente no espelho portanto exatamente paralelo ao solo e vindo assim bem reto bem ela vai refletir em linha reta e pode retornar só vai seguir em linha reta e retornar para a fonte daquela luz talvez o olho daquela certa se você considerar se uma pessoa então vamos usar um outro ponto outro raio vindo daquele ponto um outro raio vindo do mesmo lugar talvez saia desse jeito um ano o incidente é igual ao ângulo refletindo portanto ele retornaria assim agora para talvez esse negócio todo seja um olho talvez isso simplifica essas coisas bem talvez eu vou fazer isso então digamos que tudo isso seja você está olhando o bem de perto para um espelho esse negócio todo é um olho agora o que o olho vê bem ele está olhando parece que esse raio está vindo daqui de trás e parece que esse raio está vindo daqui de trás é aqui que eles convergem portanto o olho veria esse mesmo ponto aqui ver isso na verdade significa ver ele mesmo ele não enxergar a si mesmo e normalmente diagramas desses tipos são utilizados para pensar qual seria a imagem real ou virtual de um objeto assim que a luz de um objeto é refletida de um espelho ou através de um tipo de lente e nós vamos fazer isso nos próximos vídeos mas enfim espero que isso nos deixe mais familiarizado com as coisas que estaremos abordando