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Transcrição de vídeo

sabe pra mim o experimento de ang a fenda dupla de ang a um dos experimentos mais elegantes da física e basicamente você já entendeu por que ele é tão elegante mas basicamente eu pego uma onda então pega uma onda por exemplo de um laser ou sei lá de um outra fonte de luz eu envio essas ondas eo enviou essas ondas para passarem por duas fendas mas você pode pensar peraí o que é isso que está desenhando isso são ondas mas eu tô acostumado com a qual aquela representação de onda que é mais ou menos uma coisa assim o que está acontecendo agora porque a onda diferente e bom essa maneira de apresentar onda aqui de baixo é representação de onda em uma dimensão então aqui a esse experimento a gente vê o que acontece para não ficar tão difícil tão poluído nosso desenho eu preciso representar as ondas dessa maneira que está aqui a representação bidimensional da propagação de onda e é bem fácil de entender na verdade porque todos esses pontos todas as linhas verdes que estou desenhando equivalem a crista de uma onda e no meio dela vocês já devem ter imaginado imaginaram estão corretos eu tenho o vale da minha onda eu tenho vale da minha onda então crista vale crista vale crista vale assim vai ver o que acontece agora de legal que acontece de o legal é que eu tenho uma certa um certo bloqueio aqui uma um objeto bloqueando é essa minha onda de propagandas e 61 de se jogar e eu deixo então só duas fendas para essa minha onda se propagará então quando a honda chega aqui desenhar um direto aqui quando a honda chega aqui na frente essa parte daqui não vai conseguir passar essa partida que também não vai conseguir passar e essa parte aqui também não vai conseguir passar então realmente a parte que passa mais ou menos essa porção da onda e aqui também é essa porção da onda aqui ok e então você pode pensar tá bom então quando essa onda passar por aqui então ela vai se propagar aqui são também começou a se propagar por aqui e por não ter nada de especial nem tanto tenho aqui um ponto luminoso e aqui outro ponto luminoso e não não vai ser isso que vai acontecer mas não tem um padrão aqui porque essas ondas vão começara a a se propagar dessa maneira aqui esse é essa maneira de propagar depois de passar por essa festa chamada de difração então essa onda começa a se propagar é só começa a se propagar e arrasou indeferir uma com a outra então o que nós vamos ver eu vou desenhar daqui a pouco é capaz de apagar tudo que o desenho aqui pra não ficar poluído esse desenho e agora vou desenhar então a propagação correta aqui está a propagação correta parece bem mais complicada mas não na verdade aquela mesma aquelas mesmas as mesmas ondas se propagando a partir desta feita se propagando de uma maneira esférica então o patcho desenhar de novo aqui pronto então o que nós vamos observar aqui é que existem os pontos de interferência construtiva e os pontos de interferência destrutiva lembrem se que cada linha equivale a uma crista da onda então aqui eu tenho uma criança se encontrando com uma crista aqui eu tenho mais uma criança se encontra uma crista aqui também aqui também aqui também então você já pode perceber um padrão que faz aqui né então aqui vou ter uma linha que percorre isso tudo e me dá um primeiro ponto luminoso de interferência construtiva na parede e também tenho aqui mesma coisa que tem uma pista com a crista uma criança com uma crista outra criança com uma crista outra crise e assim vai então eu tenho mais uma linha por exemplo que chega mais uma linha que chega até um segundo ponto construtivo e da mesma maneira eu tenho pontos de interferência destrutiva então tinha um ponto que fica fácil de desenhar este pegar aqui uma outra cor também estão aqui se vocês se lembram quando eu tenho no meio da onda tem aqui o vale da onda e quando meu vale se encontrar por exemplo quando não vale se encontrar com a minha crista então eu vou ter interferência destrutiva quando o meu vale se encontrar com uma crista eu tenho uma interferência destrutiva então aqui também tem uma interferência destrutiva aqui e aqui também isso daqui me daria também uma linha que passa e se propaga na parede e me dá uma interferência destrutiva então então se eu desenhar mais uma linha construtiva por exemplo que vai passar por essa linha aqui lembre-se de intersecção das cristas então eu tenho mais um ponto construtivo e os pontos destrutivos ficariam mais ou menos na metade a mesma coisa continuaria para baixo a mesma coisa continuaria pra baixo se você quisesse continuar desenhando para baixo e o interessante é que se a gente for desenhar o gráfico da intensidade luminosa que chega mesmo nessa parede nesse anteparo a gente tem alguma coisa mais ou menos assim eu teria uma grande intensidade que cairia até chegar em zero no ponto de referência destrutiva então subiria mais um pouco até chegar no pico e depois voltaria para 0 e depois a mesma coisa um pouquinho menor até chegar no máximo depois voltar para zero então esses pontos não continuariam um de frente indefinidamente uma hora eles acabariam de certa forma se apagando com uma intensidade até chegar no ponto a gente não conseguisse mais visualizar eles então o que é interessante aqui que nós vamos aprender agora é que você se lembra por exemplo daquela nossa relação de conde diferença de distância nada entre os comprimentos de onda por exemplo então tem o delta x eu tenho o delta x que a diferença entre o caminho nada pelas ondas isso daqui que se for zero holanda 2 landa 3 landa e assim e assim vai com que três landa isso daqui vai resultar numa interferência construtiva construtiva então qual que vai ser qual que vai ser um pouquinho para o lado aqui te pegar um pouquinho o lado o que vai ser a minha enquanto vai ser a diferença entre os caminhos adotados pelas ondas aqui é bom você pode dizer que é zero mas como você prova que é zero você prova que a 0 pegando por exemplo a distância aqui essa onda andou até chegar aqui ea distância que essa onda até chegar aqui se esses se essas penas estão igualmente espaçadas do centro delas o que elas realmente estão então esse meu ponto aqui essa distância pode ser por exemplo x1 essa distância vai ser x 2 se eu pegar a diferença entre x 1 e x 2 isso daqui vai ser igual a zero mas lembre se que a gente tinha uma regra para caso aconteça uma inversão de fase esse meu ponto na verdade de uma interferência destrutiva então como é que eu sei que aqui não tem uma inversão de fase bom é só lembrar que a mesma fonte à onda cero enviada pela mesma fonte quando a onda chega aqui se por exemplo passar uma crista aqui embaixo também passará uma crista porque a mesma onda que está se propagando então agora então agora imaginem que eu tenha de se vamos pôr agora próximo ponto então te fazer de troco na verdade quer fazer com o vermelho então se eu tenho essa distância até o próximo ponto construtivo e eu tenho essa distância que a minha a partir da onda que estava mais em baixo vai andar até seu primeiro ponto no qual que vai ser a diferença entre o caminho andado pelos comprimentos de onda nesse caso a diferença vai ser você já pode até olhar aqui e adivinhar vai ser exatamente landra mais exatamente landa mas por favor não se engane lambda não é essa distância não é essa distância aqui normalmente as pessoas se confundem essa distância não é lambda lambda é a diferença entre o caminho andado pelas ondas que estão se propagando então por exemplo se eu desenhar uma linha se desenhar uma linha que faz um ângulo de 90 graus com esta parte aqui embaixo a diferença seria essa distância seria essa rotina gera culpa não ficar confuso seria essa distância seria essa distância aqui isso daqui seria meu delta x a minha diferença entre os caminhos percorridos pelos meus comprimentos de onda e da mesma maneira então se vocês lembram os últimos vídeos essa interferência destrutiva seria qualquer número não inteiro por exemplo como a primeira interferência destrutiva que seria luanda sobre dois já que seria três lâmpadas sobre do 3 landa rio três lâmpadas sobre dois são três lâmpadas sobre dois e assim vai definir indefinitivamente ok então agora vou pagar esse vídeo e nós vamos pra parte 2